O empresário Wilson Galvão Andrade morreu aos 78 anos. Ele era reconhecido como uma das principais lideranças do setor florestal baiano, posto que ocupou por anos à frente de entidades que representam empresas do segmento no estado.
Natural da Bahia, o empresário construiu uma trajetória marcada pela atuação simultânea em frentes empresariais e diplomáticas, o que o tornou uma referência na interlocução entre o setor produtivo baiano e parceiros internacionais.
Ele comandava a diretoria-executiva da entidade que reúne as empresas de base florestal da Bahia, conhecida pela sigla ABAF, e ocupava também a direção-executiva do Sindifibras, sindicato ligado à indústria de fibras vegetais no estado.
Além das funções empresariais, exercia o papel de cônsul honorário da Finlândia na Bahia e em Sergipe. A representação diplomática honorária costuma ser exercida por profissionais de destaque na vida econômica e social da região, responsáveis por estreitar relações comerciais e institucionais entre o país representado e os estados atendidos.
À frente das duas entidades, o empresário acompanhou de perto os principais debates e demandas do setor de base florestal baiano, área que reúne companhias ligadas à celulose, ao papel e às fibras vegetais e tem peso relevante na economia do estado.
A dupla atuação, empresarial e diplomática, marcou a trajetória de Wilson Galvão Andrade, que se tornou uma referência na relação entre a Bahia e a Finlândia ao longo dos últimos anos.







