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Prefeitura de Maraú proíbe consumação mínima em barracas de praia

Maraú, na Bahia, proibiu a consumação mínima e taxas obrigatórias em barracas de praia. O decreto protege turistas e alinha a cidade a outras na Bahia.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Municipios
14 de janeiro, 2026 · 12:48 2 min de leitura
Foto: Reprodução / Youtube
Foto: Reprodução / Youtube

A Prefeitura de Maraú, na Bahia, deu um passo importante para proteger os turistas e moradores que frequentam suas belas praias. Um novo decreto proíbe a exigência de consumação mínima e qualquer tipo de cobrança obrigatória para alugar equipamentos em barracas à beira-mar. A medida, expedida no dia 12 e publicada no Diário Oficial do Município na última terça-feira (13), busca garantir mais liberdade e justiça para quem aproveita o litoral sul do estado.

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Com essa decisão, a prefeitura de Maraú se alinha a outras cidades do litoral baiano, como Itacaré e Ilhéus, que já haviam implementado proibições semelhantes. A prática de cobrar um valor mínimo para que as pessoas pudessem sentar ou usar uma estrutura na praia era uma queixa comum entre os visitantes, e agora está oficialmente vetada na região.

Entenda o que mudou com o decreto

O decreto de número 005/2026 da Prefeitura de Maraú é bem claro. Ele considera uma prática abusiva condicionar a permanência do cliente em cadeiras, mesas ou guarda-sóis ao consumo de um valor pré-determinado. Isso significa que ninguém poderá ser obrigado a gastar uma quantia específica para ter acesso aos equipamentos de praia.

Além disso, o documento detalha outras proibições para coibir abusos. Não será mais permitido:

  • Exigir pagamento antecipado para usar a estrutura da barraca.
  • Pedir reserva que esteja ligada a um consumo mínimo obrigatório.
  • Qualquer outra forma de cobrança que vincule compulsoriamente o uso da faixa de areia a gastos.
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Essa nova regra busca equilibrar a relação entre os estabelecimentos comerciais e os consumidores. O objetivo é que as pessoas se sintam livres para escolher o que desejam consumir e onde querem ficar, sem a pressão de ter que gastar um valor que talvez não estivessem planejando. A medida deve trazer mais transparência e conforto para todos que frequentam as praias de Maraú, um dos destinos mais procurados da Bahia.

“Essa decisão acompanha determinações de outras prefeituras do estado, como Itacaré e Ilhéus, que recentemente anunciaram proibições desta natureza.”

A iniciativa da Prefeitura de Maraú reforça um movimento crescente em diversas cidades turísticas do Brasil, que é o de proteger os direitos do consumidor e promover um ambiente mais justo para o turismo. Com a proibição da consumação mínima, espera-se que a experiência nas praias da cidade se torne ainda mais agradável e acessível para todos.

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