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Deputada sugere feiras de artesanato permanentes na nova Rodoviária de Salvador

Deputada Olívia Santana propõe feiras fixas de artesanato no novo Terminal Rodoviário de Salvador para impulsionar a economia criativa e artesãos baianos.

Redação ChicoSabeTudo
23 de janeiro, 2026 · 21:11 2 min de leitura
Foto: Joá Souza / GovBA
Foto: Joá Souza / GovBA

Imagina a gente chegando ou saindo de Salvador e se deparando com o melhor do artesanato baiano logo na rodoviária? Essa é a visão da deputada Olívia Santana (PCdoB), que acabou de apresentar um Projeto de Indicação na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

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A proposta dela é transformar o novo Terminal Rodoviário de Salvador, em Águas Claras, na Bahia, em um grande palco para o talento da nossa gente, criando um calendário fixo de feiras de artesanato por lá.

O terminal de Águas Claras não é um lugar qualquer. Ele é um ponto estratégico, que liga a capital a várias cidades do estado pela BR-324. Por isso, a parlamentar enxerga ali uma oportunidade única de aproveitar o vai e vem de passageiros para dar um empurrão na economia criativa da Bahia. A ideia é que, além de mostrar a nossa cultura, a iniciativa gere mais emprego e renda para quem faz arte com as mãos.

Mais do que só expor produtos, a proposta da deputada Olívia Santana é uma ferramenta importante para a inclusão social. Ela destaca que a maioria dos artesãos baianos são mulheres, pessoas negras e membros de comunidades tradicionais, que vivem da economia popular. Ter um espaço garantido e permanente em um local com tanto movimento pode mudar a vida de muita gente.

“A realização permanente dessas feiras em espaço de grande circulação de pessoas contribuirá para ampliar mercados e dar visibilidade aos produtos oriundos dos diversos territórios de identidade da Bahia”, explica a deputada Olívia Santana.
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Considerado um equipamento essencial para a mobilidade de Salvador, o novo terminal pode ir além. Ao abraçar o artesanato, a proposta busca valorizar o patrimônio imaterial do nosso estado, transformando-o em motor de desenvolvimento local. Essa iniciativa também está alinhada com as diretrizes de empreendedorismo para a população negra e com a busca por soluções mais sustentáveis.

Se o Governo do Estado topar a ideia, a medida pode criar uma verdadeira rede de apoio. Assim, artesãs e artesãos de várias cidades baianas teriam um caminho direto para vender sua produção para os milhares de viajantes. É uma forma de fortalecer a nossa identidade cultural logo na porta de entrada e saída da capital, mostrando a riqueza da Bahia para o mundo.

“Se acatada pelo Governo do Estado, a medida deve estruturar uma rede de apoio para que artesãs e artesãos de diversos municípios possam escoar sua produção diretamente para o público viajante, fortalecendo a identidade cultural da Bahia logo na porta de entrada e saída da capital”, finaliza a parlamentar.

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