O Esporte Clube Vitória entra em campo nesta quarta-feira com uma missão que vai além da estreia na Copa do Nordeste 2026: acabar com um incômodo jejum de 16 anos sem levantar a taça da competição regional. A última vez que o torcedor rubro-negro comemorou o título foi em 2010, após vencer o ABC.
Desde aquela conquista, o Leão da Barra acumulou frustrações e não conseguiu sequer retornar a uma final. O time bateu na trave em três oportunidades, caindo nas semifinais de 2015, 2017 e 2021, sendo eliminado por rivais como Ceará e Bahia.
O cenário para 2026 coloca uma pressão extra sobre o clube. O Vitória é o único participante desta edição que integra a Série A do Campeonato Brasileiro. Com a ausência do Bahia no torneio, devido a mudanças de critérios da CBF, o favoritismo recai sobre o time do Barradão.
Enquanto o Leão tenta se reencontrar com a glória, viu seus principais rivais crescerem. O Bahia se isolou como maior campeão com cinco títulos, ultrapassando o Vitória, que estacionou em quatro conquistas. Ceará e Fortaleza também encostaram no ranking, somando três taças cada.
Os principais obstáculos no caminho do Rubro-Negro este ano devem ser o Fortaleza, o Ceará e o Sport, equipes que atualmente disputam a Série B. Por estar na elite do futebol nacional, a conquista do Nordestão passou a ser vista como uma obrigação para o clube nesta temporada.
O torcedor agora espera que a estrutura de Série A e o elenco montado para 2026 sejam suficientes para que o Vitória recupere a hegemonia na região e volte a ser o 'Rei do Nordeste', título que ostentou com orgulho nas décadas passadas.







