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Esportes

Ginastas do Clube Jardins sobem 10 vezes ao pódio em torneio sul-americano no Paraguai

Maria Flávia Britto, Sophia Rocha e Maria Vitória Silva representaram Sergipe e o Brasil na Copa Sul-Americana de Ginástica Rítmica 2026, realizada em Assunção entre os dias 1º e 5 de julho.

Redação ChicoSabeTudo
15 de julho, 2026 · 00:30 3 min de leitura
Ginastas sergipanas do Clube Jardins Iracema Alves exibem medalhas conquistadas na Copa Sul-Americana de Ginástica Rítmica 2026
Ginastas sergipanas do Clube Jardins Iracema Alves exibem medalhas conquistadas na Copa Sul-Americana de Ginástica Rítmica 2026

Três ginastas de Aracaju voltaram do Paraguai com dez medalhas no pescoço. As atletas do Clube Jardins Iracema Alves e Colégio Jardins participaram da Copa Sul-Americana de Ginástica Rítmica 2026, realizada entre os dias 1º e 5 de julho, em Assunção, no Paraguai. Os resultados ajudaram o Brasil a fechar a competição com uma campanha histórica.

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Integrando a delegação brasileira, as atletas contribuíram para o país encerrar a competição com 32 medalhas, sendo 25 de ouro. Ao todo, o clube sergipano somou 10 medalhas.

Na categoria sênior, Maria Flávia Britto conquistou cinco pódios: prata no individual geral, no aparelho arco e no aparelho fita, além do ouro por equipes e do ouro por máximo acumulador. A ginasta já tem uma trajetória consolidada no cenário internacional. Maria Flávia Barros de Mello Britto, nascida em 30 de outubro de 2005, representa o Brasil em competições internacionais há vários anos.

Na categoria de 13 anos, Sophia Rocha foi campeã nos aparelhos maças e arco, além de conquistar o ouro por equipes. As apresentações da ginasta foram marcadas por técnica, elegância e personalidade, garantindo a classificação para as finais em primeiro lugar e a manutenção da liderança até a conquista dos títulos. Segundo informações divulgadas pelo portal ChicoSabeTudo, em 2025 a ginasta já havia sido campeã brasileira individual geral na categoria infantil, além de ter conquistado títulos sul-americanos com o clube.

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Maria Vitória Silva completou o trio sergipano com o primeiro lugar na disputa da fita e participação na equipe brasileira campeã.

As atletas falaram sobre o significado das conquistas. Maria Flávia destacou que dedicação e apoio fazem a diferença e disse ser "uma honra imensa viver esse momento." Sophia Rocha afirmou que representar Sergipe em uma competição internacional e voltar para casa com esses títulos significa muito. "É a prova de que cada treino, cada desafio e toda a dedicação estão construindo nossa história na ginástica rítmica."

Maria Vitória Silva ressaltou que subir ao lugar mais alto do pódio simboliza a concretização de um sonho alimentado diariamente pela disciplina e pelo amor ao esporte.

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A equipe técnica do clube é composta pela diretora técnica Iracema Alves, pela treinadora Maria Fernanda Britto, pela auxiliar técnica Maria Clara Fabri, pela professora de ballet Rayssa Dias e pelo preparador físico Hemanoel Azevedo.

A técnica Iracema Alves avaliou o desempenho das atletas com otimismo. "Essas conquistas mostram que estamos no caminho certo. Mesmo muito jovens, as meninas já vêm se destacando há algum tempo em competições internacionais e construindo uma carreira marcada por talento, comprometimento e evolução constante. São momentos únicos, que valorizam o trabalho realizado, projetam um futuro promissor e fortalecem ainda mais a ginástica rítmica em Sergipe", enfatizou a treinadora.

Mais do que medalhas, os resultados conquistados em Assunção carregam histórias de muito esforço, amadurecimento e sonhos construídos diariamente nos treinos. As atletas consideram que os títulos configuram não apenas o reconhecimento pelo desempenho técnico, mas também a certeza de que o trabalho coletivo e a dedicação têm ampliado o espaço da ginástica rítmica sergipana no cenário internacional.

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