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WhatsApp é o app mais usado no Brasil e molda conversas familiares

No Brasil, o WhatsApp domina as trocas familiares com áudios longos, chamadas de vídeo inesperadas, figurinhas e muitas mensagens encaminhadas.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
28 de outubro, 2025 · 06:42 1 min de leitura
Homem idoso olhando confuso para o celular/ Crédito: pikselstock(shutterstcok/reprodução)
Homem idoso olhando confuso para o celular/ Crédito: pikselstock(shutterstcok/reprodução)

No Brasil, o WhatsApp se destacou como o aplicativo de mensagens mais usado. Nas conversas de família, especialmente entre pais e avós, surgiram hábitos simples que acabaram moldando o jeito como as trocas acontecem.

Sons que dizem muito

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O envio de áudios virou rotina. Às vezes chegam gravações longas, com relatos ou explicações que dispensariam um texto extenso; em outras, são clipes curtos, a resposta rápida para um “sim” ou “não”. Quem nunca recebeu um áudio e pensou: “Poderia ter sido só uma mensagem curta”?

Chamadas que aparecem do nada

As chamadas de vídeo também passaram a fazer parte do repertório familiar — muitas vezes sem aviso prévio e em horários pouco convenientes. Serviam tanto para resolver assuntos importantes quanto para conversas informais, pegando de surpresa quem estava acostumado a combinar ligações com antecedência.

Imagem e cor no cotidiano

Outro costume frequente foi o envio diário de figurinhas de bom dia, com versículos, mensagens de incentivo ou paisagens. Junto com elas veio o uso generoso de emojis, deixando as conversas mais coloridas e cheias de expressão.

  • Áudios
  • Chamadas de vídeo inesperadas
  • Figurinhas de bom dia
  • Uso excessivo de emojis
  • Correntes
  • Mensagens encaminhadas
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Correntes e alertas também circularam com regularidade: desde brincadeiras e memes até mensagens de procedência duvidosa sobre sorte, temas religiosos e desafios. Muitos desses conteúdos foram repassados sem checagem prévia, o que ampliou o volume de encaminhamentos entre contatos e grupos.

Os dados disponíveis não apontaram desdobramentos futuros confirmados, como iniciativas oficiais de verificação ou mudanças de políticas específicas direcionadas a esses hábitos. Em resumo, essas práticas marcaram as trocas familiares, sem indicação, por enquanto, de mudanças oficiais.

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