A Tesla começou, em junho, a operar robotáxis em vias públicas — inicialmente em Austin, no Texas — com funcionários no banco do passageiro para monitorar a segurança e, se preciso, assumir o controle.
Como foi a operação
As viagens experimentais aconteceram principalmente em Austin e também passaram por trechos em São Francisco, na Califórnia. A empresa usou SUVs Model Y nas rotas e ofereceu o serviço pelo aplicativo da própria Tesla, cobrando uma tarifa fixa de US$ 4,20.
A supervisão foi tratada como medida de cautela: cada carro levava um monitor a bordo, funcionando como um copiloto humano para reduzir riscos enquanto o sistema era testado em vias públicas. A operação podia ser interrompida em caso de mau tempo.
- Veículos usados: Model Y.
- Como solicitar: aplicativo da Tesla.
- Tarifa fixa: US$ 4,20.
- Operação sujeita a paralisações em mau tempo.
Planos e precaução
Em teleconferência com investidores, o CEO Elon Musk disse que pretendia tornar as viagens “100% autônomas até o final do ano”. A Tesla também mencionou a intenção de ampliar o serviço para outros mercados, citando Nevada, Flórida e Arizona, e informou que as primeiras viagens nesses locais seguiram o mesmo formato, com profissionais a bordo.
A empresa afirmou que a retirada dos motoristas de segurança dependeria dos resultados dos testes em campo: a ideia é eliminar gradualmente os ocupantes de segurança em alguns trechos conforme o sistema for comprovadamente confiável, mantendo uma postura cautelosa.
Isso significa que a transição para viagens sem ninguém a bordo está planejada, mas condicionada a testes e à segurança comprovada — nada será feito sem antes verificar os resultados em campo.







