O piso dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está projetado em R$ 1.741 a partir de janeiro de 2027, segundo o jornal A TARDE. A estimativa tem como base diretrizes enviadas pelo Executivo ao Congresso Nacional e ainda não representa o valor definitivo.
Se a projeção for confirmada, o aumento nominal será de R$ 120 em relação aos R$ 1.621 informados pelo jornal como vigentes em 2026. A diferença corresponde a aproximadamente 7,4%.
O piso previdenciário está vinculado ao salário mínimo. Por isso, mudanças no mínimo repercutem em pagamentos como aposentadorias e pensões no piso, além do Benefício de Prestação Continuada (BPC), de caráter assistencial.
Segundo a reportagem, o cálculo preliminar considera parâmetros econômicos oficiais, entre eles a projeção de um índice de preços para o período de referência e as regras de ganho real previstas na política de valorização do salário mínimo.
Para quem recebe acima do mínimo, a regra de reajuste é diferente: de acordo com A TARDE, esses benefícios são corrigidos pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), sem a mesma regra de ganho real aplicada ao piso.
A reportagem cita especialistas econômicos não identificados para explicar que os valores do Projeto de Lei Orçamentária Anual são parâmetros preliminares para estimar despesas públicas. A definição do valor exato depende da consolidação dos índices de inflação e do orçamento definitivo. Até lá, os R$ 1.741 devem ser tratados como projeção, não como reajuste confirmado.







