A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou que pretende reservar uma parte de suas ações para investidores comuns quando decidir estrear na Bolsa de Valores. A ideia é permitir que o cidadão comum, e não apenas grandes fundos de investimento, possa lucrar com o crescimento da inteligência artificial.
A diretora financeira da companhia, Sarah Friar, afirmou que a estratégia busca gerar confiança no público. Segundo ela, o objetivo é evitar que os ganhos fiquem concentrados nas mãos de poucos, seguindo um modelo parecido com o que Elon Musk faz em suas empresas, como a Tesla.
Apesar do plano empolgante, existe uma queda de braço interna sobre quando isso vai acontecer. Enquanto o CEO Sam Altman quer acelerar a abertura de capital, a diretora financeira alerta que a empresa ainda precisa organizar melhor seus processos internos antes de dar esse passo gigante.
O interesse das pessoas pela empresa já se mostrou enorme na prática. Em uma rodada recente de investimentos privados, a OpenAI esperava arrecadar 1 bilhão de dólares com pessoas físicas, mas acabou recebendo o triplo desse valor, somando 3 bilhões de dólares.
O dinheiro arrecadado com a venda de ações será usado para sustentar gastos bilionários. A empresa projeta investir cerca de 600 bilhões de dólares em servidores e centros de dados nos próximos cinco anos para manter sua liderança tecnológica.
Além do sucesso com o público que usa o ChatGPT, a OpenAI está crescendo rápido no mundo dos negócios. Atualmente, 40% de todo o faturamento da empresa já vem de serviços vendidos para outras companhias, setor que deve empatar com o uso doméstico até 2026.







