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OpenAI admite que parceria com a Microsoft limita negócios e aposta alto na Amazon

Em memorando interno, diretora revela que restrições impediam a empresa de crescer e celebra novo investimento de US$ 50 bilhões.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
13 de abril, 2026 · 15:11 2 min de leitura

A OpenAI, criadora do ChatGPT, está mudando o rumo de suas alianças para conseguir crescer mais no mundo dos negócios. Em um comunicado interno que vazou recentemente, a empresa admitiu que a parceria antiga com a Microsoft acabou criando barreiras que impediam o atendimento direto a grandes clientes corporativos.

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Para resolver esse problema, a OpenAI agora foca todas as suas energias na nova união com a Amazon. O acordo é gigantesco: a gigante do varejo e da tecnologia planeja investir até US$ 50 bilhões na dona do ChatGPT, permitindo que as ferramentas de inteligência artificial cheguem a empresas que já usam os serviços de nuvem da Amazon.

Denise Dresser, chefe de receita da OpenAI, foi direta ao dizer que o sucesso até agora dependeu da Microsoft, mas que era preciso liberdade para atuar onde os clientes já estão. Segundo ela, a procura pela integração com os sistemas da Amazon tem sido impressionante desde o anúncio da parceria no final de fevereiro.

A disputa nesse mercado está cada vez mais acirrada. Rivais como o Google e a Anthropic, criadora do modelo Claude, estão ganhando espaço e gerando uma verdadeira corrida tecnológica. Para se defender, a OpenAI critica a concorrência, afirmando que os adversários tentam controlar a tecnologia de forma fechada e elitista.

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A relação com a Microsoft, apesar de ainda existir, mostra sinais claros de desgaste. No ano passado, a Microsoft chegou a colocar a OpenAI oficialmente em sua lista de concorrentes. Enquanto isso, a OpenAI busca outros fornecedores para garantir que seus sistemas continuem funcionando sem depender de uma única empresa.

Atualmente, o atendimento a empresas já representa 40% de todo o dinheiro que entra na OpenAI. A expectativa é que, até o fim deste ano, as vendas para o setor corporativo rendam tanto quanto o uso do ChatGPT pelo público comum, consolidando a nova estratégia de mercado da companhia.

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