A Guarda Revolucionária do Irã subiu o tom e anunciou que pretende atacar empresas americanas que operam no Oriente Médio. A ameaça, divulgada nesta terça-feira (31), coloca gigantes da tecnologia e da indústria na mira dos militares iranianos como resposta a bombardeios atribuídos aos Estados Unidos e a Israel.
A lista de alvos inclui 18 organizações de peso mundial, como Microsoft, Google, Apple, Meta e Tesla. Segundo o comunicado oficial, as ações estão programadas para começar a partir das 13h30 (horário de Brasília) desta quarta-feira, dia 1º de novembro.
O governo iraniano classifica essas empresas como instituições que colaboram com operações terroristas. Além das famosas 'big techs', companhias como Boeing, Intel e o banco J.P. Morgan também foram citados como alvos legítimos para as forças militares do país.
Um alerta de evacuação imediata foi emitido para os funcionários dessas empresas e moradores de áreas vizinhas. A orientação é que as pessoas se afastem pelo menos um quilômetro de qualquer instalação ligada às marcas listadas para garantir a segurança pessoal.
A justificativa apresentada pelo Irã é a vingança pela morte de cidadãos iranianos em ataques recentes. No texto, os militares afirmam que alertas anteriores foram ignorados e que agora as retaliações serão colocadas em prática em diversos pontos da região.
Até o momento, não foram detalhadas quais unidades específicas ou países do Oriente Médio seriam o foco principal dessas ofensivas. O clima de tensão na região segue elevado com o ultimato dado pela mídia estatal iraniana.







