A inteligência artificial (IA) pode fazer a economia do Brasil crescer até 13% a mais até 2035, segundo um estudo da consultoria PwC. Não é promessa de filme de ficção, mas um impacto real, impulsionado por ganhos de produtividade e novas formas de fazer negócio no país.
Diferente de modas passageiras, a IA não cresce baseada em promessas, mas em resultados práticos. A tecnologia já está sendo usada para resolver problemas reais em diversos setores, como no comércio, nos bancos e na indústria, provando que veio para ficar.
Na prática, a IA já ajuda lojas a prever o que os clientes vão comprar, otimiza estoques, protege contas bancárias contra fraudes e apoia decisões importantes em tempo real. Ela não é um produto isolado, mas uma ferramenta que melhora processos que já existem.
A adoção é tão grande que uma pesquisa da McKinsey aponta que 72% das empresas no mundo já utilizam algum tipo de inteligência artificial. A tecnologia deixou de ser usada apenas para automatizar tarefas repetitivas e agora ajuda os gestores a tomar decisões estratégicas.
Claro que existem desafios, como organizar a montanha de dados das empresas e treinar equipes para usar as novas ferramentas. No entanto, esses obstáculos são vistos como parte do amadurecimento de uma tecnologia que se tornou indispensável.
A discussão, portanto, não é mais se a IA é relevante, mas como cada empresa pode usá-la para não ficar para trás. A tecnologia deixou de ser um teste para se tornar parte central do planejamento e do crescimento dos negócios.







