A Meta, empresa que controla o Facebook, Instagram e WhatsApp, decidiu abrir o bolso e assinou um contrato impressionante de US$ 21 bilhões (cerca de R$ 120 bilhões) para turbinar sua Inteligência Artificial. O investimento foi fechado com a CoreWeave, uma gigante que fornece a estrutura necessária para rodar sistemas pesados de tecnologia.
O acordo garante que a Meta terá acesso a data centers equipados com chips de última geração da Nvidia pelos próximos anos. O plano é longo e deve durar pelo menos até 2032, mostrando que Mark Zuckerberg não quer perder espaço para concorrentes como o Google e a dona do ChatGPT.
A estratégia da empresa é não colocar todos os ovos em uma única cesta. Enquanto constrói seus próprios centros de dados, como um projeto de US$ 10 bilhões no Texas, a Meta aluga a infraestrutura de parceiros para acelerar o desenvolvimento de novas ferramentas para seus usuários.
Para se ter uma ideia do tamanho do investimento, a empresa planeja gastar mais de US$ 115 bilhões apenas este ano. Esse valor é quase o dobro do que foi investido em 2025, provando que a Inteligência Artificial virou a prioridade número um dentro da companhia.
Segundo o comando da CoreWeave, a parceria é essencial porque o risco de ficar parado no setor de tecnologia hoje é alto demais. Com essa estrutura, a Meta espera que seus engenheiros consigam trabalhar com mais rapidez na criação de modelos que facilitem a vida de quem usa as redes sociais.
Mesmo sendo líder no mercado de anúncios, a Meta ainda corre atrás do prejuízo para ser a número um em IA. O mercado financeiro observa os movimentos com atenção, já que os gastos são altíssimos, mas o retorno em inovação pode mudar a forma como interagimos na internet nos próximos anos.







