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Cometa 3I/ATLAS avança para a Terra sem risco de colisão

O cometa 3I/ATLAS se aproxima da Terra em 19 de dezembro, permitindo estudos sobre sua origem antiga e fenômenos como criovulcanismo.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
03 de dezembro, 2025 · 21:28 1 min de leitura
Representação artística do cometa 3I/ATLAS passando "próximo" da Terra (imagem meramente ilustrativa e fora de escala). Crédito: Gerada por IA/Gemini
Representação artística do cometa 3I/ATLAS passando "próximo" da Terra (imagem meramente ilustrativa e fora de escala). Crédito: Gerada por IA/Gemini

O cometa 3I/ATLAS, considerado um visitante interestelar, se aproxima da Terra neste mês de dezembro, alcançando seu ponto de máxima proximidade no dia 19. Desde sua descoberta em julho, o cometa tem sido alvo de intensas observações por telescópios ao redor do mundo. Cientistas estão empenhados em estudar suas características, uma vez que o cometa é apenas o terceiro de sua categoria já registrado no Sistema Solar.

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Após passar pelo periélio em 29 de outubro, quando se aproximou do Sol, o 3I/ATLAS iniciou seu retorno para uma origem desconhecida. A cerca de 270 milhões de quilômetros da Terra, a trajetória do cometa garante que ele não representa risco de colisão, tranquilizando os especialistas. Segundo astrônomos, sua velocidade impressionante de mais de 210 mil km/h não implica em qualquer perigo.

O interesse pelo cometa aumentou após as revelações de que ele poderia ter mais de sete bilhões de anos, sugerindo uma origem anterior ao próprio Sistema Solar. Esta característica única permite que cientistas estudem não apenas a composição do cometa, mas também os processos de formação de corpos celestes em outras regiões da Via Láctea.

Observações recentes indicam que o 3I/ATLAS apresenta jatos de material expelido, criando o que parece ser um tipo de criovulcanismo. Imagens coletadas por diversas sondas espaciais ao longo do mês continuam a oferecer valiosos dados sobre este fenômeno cósmico.

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À medida que o cometa continua sua jornada, afastando-se do Sistema Solar após sua passagem pela Terra, ele representa uma oportunidade ímpar para investigações futuras sobre a composição e as origens dos corpos celestes em nosso universo.

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