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Baratas-robô: Projeto secreto transforma insetos em espiões para missões de risco

Tecnologia permite controlar baratas de verdade com uma 'mochila' eletrônica para explorar locais perigosos sem arriscar vidas humanas.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
08 de março, 2026 · 16:26 1 min de leitura

Parece história de cinema, mas é real. Um projeto militar secreto está transformando baratas em verdadeiros espiões ciborgues. A ideia é usar os insetos vivos para missões de inteligência e reconhecimento em locais perigosos, sem colocar soldados em risco.

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A tecnologia funciona com uma espécie de "mochila" eletrônica minúscula, colocada nas costas da barata. Através de pequenos impulsos elétricos enviados por essa mochila, os operadores conseguem controlar os movimentos do inseto, guiando-o remotamente como se fosse um drone.

Essa mochila não serve apenas para controle. Ela vem equipada com microcâmeras, sensores capazes de detectar vazamentos químicos ou explosivos, e um sistema de transmissão de dados criptografado para enviar as informações coletadas de volta para a base com segurança.

A escolha da barata não é por acaso. Elas são extremamente resistentes, conseguem passar por lugares apertados e dificilmente são notadas. Isso as torna perfeitas para investigar escombros de prédios ou se infiltrar em áreas inimigas sem levantar suspeitas.

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O projeto vai além do controle de um único inseto. Uma inteligência artificial avançada pode coordenar um verdadeiro enxame de baratas-robô ao mesmo tempo. Se uma delas for destruída durante a missão, o sistema se adapta e as outras continuam o trabalho.

O objetivo principal por trás dessa biorrobótica é reduzir o número de mortes de soldados em conflitos. Ao invés de enviar uma pessoa para um ambiente hostil, os militares podem primeiro enviar os insetos para mapear a área e identificar ameaças.

Apesar da eficácia, o uso de animais vivos como ferramentas militares levanta um intenso debate ético em todo o mundo. Mesmo assim, a tendência é que essa tecnologia continue sendo desenvolvida por ser mais barata e segura que os drones tradicionais.

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