Publicidade
Publicidade
Anúncio publicitário
Saúde

Pouca água e excesso de sal podem favorecer pedras nos rins

Prevenção inclui alimentação equilibrada e cuidados individuais, especialmente para quem já teve cálculos.

Redação ChicoSabeTudo
08 de novembro, 2026 · 00:21 2 min de leitura
Imagem ilustrativa gerada por IA / ChicoSabeTudo
Imagem ilustrativa gerada por IA / ChicoSabeTudo

Beber pouca água e consumir sal em excesso são hábitos que podem favorecer a formação de pedras nos rins. Segundo o Tua Saúde, exagerar nas proteínas animais e retirar alimentos ricos em cálcio da dieta sem necessidade também pode aumentar o risco de determinados cálculos.

As pedras se formam quando minerais e outras substâncias presentes na urina, como cálcio, oxalato e ácido úrico, ficam concentrados e começam a formar cristais. Eles podem crescer e se agrupar, permanecendo nos rins ou se deslocando pelas vias urinárias.

Publicidade

A ingestão insuficiente de líquidos e a perda de água pelo suor tendem a deixar a urina mais concentrada. Alimentação, predisposição genética e algumas doenças também influenciam o risco, conforme a publicação. Quando a pedra se movimenta ou causa obstrução, pode provocar dor intensa nas costas, náuseas e alterações urinárias.

O Tua Saúde relata que o Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais dos Estados Unidos considera a ingestão adequada de líquidos uma das medidas mais importantes para prevenir cálculos. A orientação também inclui controlar o consumo de sódio e proteína animal e manter uma quantidade adequada de cálcio na alimentação.

As necessidades de água variam conforme o clima, a atividade física e as condições de saúde. Pessoas com restrição de líquidos devem respeitar a orientação médica. Distribuir a ingestão ao longo do dia pode ajudar a manter a urina menos concentrada.

Publicidade

Cortar leite, iogurte e outras fontes alimentares de cálcio sem necessidade pode aumentar a absorção intestinal de oxalato e favorecer pedras de oxalato de cálcio. Já o uso de suplementos sem orientação pode interferir no risco de cálculos em pessoas predispostas.

Quem já teve pedras apresenta maior possibilidade de novos episódios e pode precisar de avaliação mais detalhada. A análise da composição do cálculo, exames de sangue e, em alguns casos, coleta de urina por 24 horas ajudam a identificar alterações. O acompanhamento com nefrologista ou urologista permite definir a prevenção de acordo com cada caso.

Dor intensa na lateral das costas, febre, vômitos persistentes ou dificuldade para urinar exigem avaliação médica urgente, especialmente diante de suspeita de obstrução ou infecção. Hidratação e mudanças na alimentação não substituem o tratamento de um cálculo que já causa complicações.

Publicidade

Leia também