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Saúde

Estudo aponta gasto energético ajustado estável dos 20 aos 60

Pesquisa publicada em 2021 indica que o declínio mais consistente começa lentamente por volta dos 60 anos.

Redação ChicoSabeTudo
07 de novembro, 2026 · 18:46 1 min de leitura
Imagem ilustrativa gerada por IA / ChicoSabeTudo
Imagem ilustrativa gerada por IA / ChicoSabeTudo

O gasto energético ajustado pela composição corporal permanece estável entre os 20 e os 60 anos, segundo um estudo publicado na revista Science em 2021 e citado pelo Tua Saúde. O resultado contraria a ideia de uma queda acentuada do metabolismo aos 40 anos.

De acordo com a página, os autores do estudo identificaram que o declínio mais consistente começa lentamente por volta dos 60 anos. O ajuste pela composição corporal considera diferenças no corpo, como a quantidade de massa muscular, e não significa que o gasto de energia seja igual para todas as pessoas.

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Metabolismo é o conjunto de processos que transformam o que comemos em energia para manter o organismo funcionando. Segundo o Tua Saúde, o ganho de peso na meia-idade dificilmente pode ser explicado apenas por uma desaceleração metabólica. Mudanças na composição corporal e na rotina também precisam ser consideradas.

A perda de massa muscular, por exemplo, pode reduzir a energia gasta em repouso. Uma rotina sedentária significa menos movimento ao longo do dia e menos estímulo para os músculos. A página também aponta que sono irregular e estresse crônico interferem no apetite e no armazenamento de gordura, enquanto a resistência à insulina pode favorecer o acúmulo de gordura abdominal.

Entre os cuidados sugeridos pelo Tua Saúde estão o treino de força com orientação profissional, a combinação de exercícios aeróbicos e de força, a inclusão de fontes de proteína nas refeições e a redução de ultraprocessados e bebidas açucaradas. Priorizar o sono e buscar formas de controlar o estresse também fazem parte das recomendações.

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Se o ganho de peso persistir ou surgirem sinais como cansaço incomum e aumento da cintura, a página recomenda procurar médico ou nutricionista para avaliação individual. Essas informações não substituem diagnóstico ou tratamento profissional.

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