O gasto energético ajustado pela composição corporal permanece estável entre os 20 e os 60 anos, segundo um estudo publicado na revista Science em 2021 e citado pelo Tua Saúde. O resultado contraria a ideia de uma queda acentuada do metabolismo aos 40 anos.
De acordo com a página, os autores do estudo identificaram que o declínio mais consistente começa lentamente por volta dos 60 anos. O ajuste pela composição corporal considera diferenças no corpo, como a quantidade de massa muscular, e não significa que o gasto de energia seja igual para todas as pessoas.
Metabolismo é o conjunto de processos que transformam o que comemos em energia para manter o organismo funcionando. Segundo o Tua Saúde, o ganho de peso na meia-idade dificilmente pode ser explicado apenas por uma desaceleração metabólica. Mudanças na composição corporal e na rotina também precisam ser consideradas.
A perda de massa muscular, por exemplo, pode reduzir a energia gasta em repouso. Uma rotina sedentária significa menos movimento ao longo do dia e menos estímulo para os músculos. A página também aponta que sono irregular e estresse crônico interferem no apetite e no armazenamento de gordura, enquanto a resistência à insulina pode favorecer o acúmulo de gordura abdominal.
Entre os cuidados sugeridos pelo Tua Saúde estão o treino de força com orientação profissional, a combinação de exercícios aeróbicos e de força, a inclusão de fontes de proteína nas refeições e a redução de ultraprocessados e bebidas açucaradas. Priorizar o sono e buscar formas de controlar o estresse também fazem parte das recomendações.
Se o ganho de peso persistir ou surgirem sinais como cansaço incomum e aumento da cintura, a página recomenda procurar médico ou nutricionista para avaliação individual. Essas informações não substituem diagnóstico ou tratamento profissional.







