Uma mulher de 66 anos morreu na manhã desta quarta-feira (28) após passar mal enquanto se exercitava em uma academia no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, na Bahia. Ela estava acompanhada por um personal trainer quando sentiu o mal-estar.
A confirmação da morte foi feita pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que foi acionado para a academia Villa Forma. Apesar dos esforços para reanimar a idosa, ela não resistiu e morreu ainda no local.
Estabelecimento não tinha desfibrilador e caso não é o primeiro
O caso levantou sérios questionamentos sobre a segurança e o preparo das academias para emergências. Segundo o que foi apurado, a academia não tinha um Desfibrilador Externo Automático (DEA), um aparelho que é considerado fundamental para socorrer pessoas que sofrem paradas cardíacas.
O Bahia Notícias informou que esta não é a primeira vez que uma morte acontece na mesma academia. Em um episódio anterior, também foi preciso chamar o Samu, e, da mesma forma, o local não contava com um desfibrilador, e a vítima acabou morrendo.
Publicidade“A academia Villa Forma informou, em nota, que prestou atendimento imediato à cliente com o apoio da equipe interna e acionou o Samu, que chegou rapidamente ao local. Apesar das tentativas de reanimação, a mulher não resistiu”, disse a academia.
Por que o desfibrilador é tão importante?
Um desfibrilador externo automático (DEA) é um aparelho portátil que pode salvar vidas em casos de parada cardíaca. Ele analisa o ritmo cardíaco da pessoa e, se necessário, aplica um choque elétrico para tentar restaurar o batimento normal do coração. Em situações de emergência, cada minuto conta, e a presença de um DEA pode fazer toda a diferença antes da chegada do socorro médico especializado.
A ausência deste equipamento em ambientes onde pessoas praticam atividades físicas, como academias, é um ponto de preocupação, especialmente quando se trata de um público diverso, incluindo idosos, que podem ter maior risco de problemas cardíacos durante os exercícios.







