Uma solução simples e de baixo custo promete ajudar os moradores de Paulo Afonso e região no combate aos mosquitos transmissores de doenças como dengue, zika e chikungunya. Utilizando apenas garrafa PET, açúcar e fermento biológico, é possível criar uma armadilha que elimina os insetos sem o uso de produtos químicos.
O método funciona através da simulação da respiração humana. De acordo com estudos da USP, a mistura de fermento com água morna e açúcar libera dióxido de carbono (CO2), o mesmo gás que exalamos. Atraídos pelo gás, os mosquitos entram na garrafa e ficam presos devido ao formato de funil da estrutura.
Para montar a armadilha, basta cortar uma garrafa de dois litros ao meio. Na parte de baixo, mistura-se a água morna com duas colheres de açúcar e uma de fermento. Depois, é só encaixar a parte de cima da garrafa de forma invertida, como um funil, e vedar as laterais com fita adesiva.
A eficácia do dispositivo depende da manutenção. Especialistas recomendam que a mistura seja trocada a cada dois ou três dias para garantir que a liberação de gás continue atraindo os insetos. Além disso, o ideal é espalhar mais de uma unidade por quintais e varandas.
O posicionamento estratégico também faz a diferença no resultado final. As armadilhas devem ser colocadas em locais com sombra e protegidas do vento, onde os mosquitos costumam se esconder durante o dia. É importante manter os recipientes fora do alcance de crianças pequenas.
Além de ser barata, a técnica é considerada segura para animais de estimação e para o meio ambiente. Por não utilizar inseticidas, ela se torna uma alternativa viável para quem busca proteger a família de forma sustentável e reduzir a infestação de mosquitos em áreas residenciais.







