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Política

Nordeste: governo estuda zerar pedágio para carros e motos

Estudo mira rodovias de baixo tráfego, mas mudança não deve valer ainda este ano.

Redação ChicoSabeTudo
24 de agosto, 2026 · 12:12 1 min de leitura
Praça de pedágio em rodovia com carros passando
Praça de pedágio em rodovia com carros passando

O governo federal estuda uma mudança na cobrança de pedágio que pode beneficiar diretamente motoristas de carros e motociclistas em rodovias de baixo tráfego. A informação foi divulgada pelo blog de Jenifer Ribeiro, na CNN Brasil, e replicada pelo portal Voz da Bahia.

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A proposta prevê separar essa categoria de veículos dos caminhões leves, hoje agrupados na mesma faixa tarifária, chamada Categoria 1, para então reduzir ou até zerar a tarifa cobrada de quem dirige veículos de passeio.

Atualmente, carros, motos e caminhões leves são enquadrados na mesma classe de cobrança em boa parte das concessões rodoviárias do país. Essa junção faz com que o valor pago no pedágio seja calculado de forma única, sem diferenciar o impacto que cada tipo de veículo causa no pavimento e na estrutura da via.

Com a separação das categorias, o governo passaria a ter mais flexibilidade para aplicar tarifas diferentes conforme o tipo de veículo, dentro do que a proposta chama de "concessões inteligentes". Na prática, isso abriria espaço para reduzir ou zerar a cobrança sobre carros e motos, especialmente nos trechos onde o volume de tráfego é considerado baixo.

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O levantamento que embasa a proposta identificou rodovias espalhadas por diferentes regiões do país, mas uma parcela significativa dos trechos avaliados está localizada no Nordeste. Isso coloca estados da região no centro da discussão, já que uma eventual mudança na regra tarifária afetaria diretamente quem depende dessas estradas no dia a dia.

Segundo o levantamento, a medida ainda está em fase de estudo dentro do governo federal e não deve ser implementada neste ano. Caso avance, pode representar alívio no bolso de motoristas de carros e motociclistas que trafegam com frequência por rodovias de menor movimento, incluindo vias que cortam o interior nordestino.

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