O desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano assumiu oficialmente a presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) em uma cerimônia que aconteceu nesta segunda-feira, 2 de fevereiro. Em sua chegada ao cargo, ele deixou claro seu compromisso: dar continuidade aos avanços que já estavam em andamento e, acima de tudo, trazer a justiça para mais perto da vida dos cidadãos baianos.
Em entrevista, o novo presidente fez questão de ressaltar a importância do trabalho de sua antecessora, a desembargadora Cynthia Resende. Segundo ele, a gestão anterior foi crucial para modernizar o Poder Judiciário no estado.
“A desembargadora Cynthia Resende fez uma administração ímpar. Sua excelência modernizou o Poder Judiciário, deu um salto enorme”, afirmou Rotondano, mostrando que a ideia é seguir e aprimorar as boas práticas que já deram certo.
Olhar para o Futuro e União por uma Justiça Melhor
Ciente dos “desafios enormes” que o esperam, o desembargador fez um apelo sincero por união. Ele chamou todos os magistrados, servidores e auxiliares do Poder Judiciário para trabalharem juntos. Rotondano acredita que, com a colaboração de todos, será possível não só manter o bom trabalho, mas também melhorá-lo significativamente.
A missão, que ele descreve como “grande” e o tempo como “curtíssimo”, também teve um toque de espiritualidade. Pedindo serenidade, humildade e luz para conduzir os trabalhos, o desembargador fez referência à data da posse, dedicada à orixá Iemanjá no calendário baiano, e pediu a Deus.
Origem Humilde e Compromisso Social
José Edivaldo Rocha Rotondano vem de uma história de vida que molda sua visão de gestão. Nascido em uma família humilde de Santa Inês, na Bahia, ele foi aluno de escola pública e construiu sua carreira como servidor. Essas origens são um pilar para ele, que declarou:
“De minhas origens eu não afasto hora nenhuma.”
Ele prometeu levar para a presidência do TJ-BA a mesma dedicação que marcou sua trajetória, focando em “projetos voltados para tirar pessoas da invisibilidade, para cuidar de gente, para tornar essas pessoas cidadãs”. O compromisso final é claro: um Poder Judiciário “mais próximo da sociedade”, com uma prestação de serviços ágil e eficiente.
“Esse tribunal é construído por pessoas que efetivamente fazem com que o Poder Judiciário seja cada vez melhor. E o meu compromisso é melhorar”, concluiu o novo presidente.







