O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, candidato à reeleição, participou nesta quarta-feira (2) de uma sabatina na Rádio Piatã FM, em Salvador. Durante a entrevista, ele respondeu a perguntas sobre alianças políticas e disputas eleitorais no estado.
Jerônimo foi questionado sobre a presença de Geddel Vieira Lima em seu grupo de apoio. Geddel está preso no caso das malas com mais de R$ 50 milhões em espécie. O governador afirmou que cabe à Justiça cumprir seu papel e que cada envolvido deve responder aos processos por meio de seus advogados.
O governador também comentou sobre a escolha de Geraldo Júnior como seu vice na chapa. Ele defendeu a importância histórica do MDB no processo de redemocratização do país e minimizou as críticas recebidas sobre as alianças formadas.
Durante a sabatina, Jerônimo destacou números de sua gestão e das administrações anteriores do mesmo grupo político. Segundo ele, os governos de Jaques Wagner, Rui Costa e o seu próprio entregaram juntos 15 novos hospitais e mais de 6 mil leitos na Bahia. O governador afirmou ainda ter visitado 393 municípios baianos nos últimos quatro anos.
O governador fez críticas à situação da frota de ônibus de Salvador, comparando o cenário com a entrega de metrô e VLT por parte do governo estadual. Jerônimo também criticou a ausência do ex-prefeito ACM Neto do estado desde a última eleição, afirmando que o adversário teria se afastado do cenário político baiano para prestar assessoria ao Banco Master.
Ainda na sabatina, o governador questionou a participação de uma pessoa na elaboração do programa de governo do adversário. Segundo Jerônimo, essa pessoa teria suposto envolvimento com atividades criminosas, embora não tenha detalhado a acusação.







