Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Política

Fim da exigência do CPF: projeto que proíbe prática em farmácias da Bahia avança na Assembleia

Proposta barra o uso de dados para rastrear consumo e garante privacidade do cliente no balcão das drogarias.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
28 de abril, 2026 · 20:42 1 min de leitura

As farmácias baianas podem ser proibidas de exigir o CPF do consumidor no balcão sem explicar direito o motivo. Um projeto de lei que barra essa prática avançou na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) após ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta terça-feira.

Publicidade

A proposta, de autoria do deputado Antônio Henrique Júnior, quer acabar com a insistência dos estabelecimentos em pedir o documento para liberar descontos. De acordo com o texto, o cliente não pode ser obrigado a fornecer o dado pessoal para conseguir levar o remédio ou produto para casa.

O deputado Robinson Almeida, que preside a comissão, reforçou que o CPF tem sido usado para invadir a privacidade do baiano. Existem denúncias de que as redes rastreiam o que cada pessoa compra para, depois, bombardear o celular do cliente com propagandas e ofertas indesejadas.

Além da polêmica do CPF, a reunião da CCJ também aprovou outras regras importantes. Uma delas obriga que novos prédios na Bahia já nasçam preparados para o carregamento de carros elétricos, resolvendo as brigas que hoje acontecem em garagens de condomínios.

Publicidade

Os deputados também deram sinal verde para que o teatro do Centro de Convenções de Feira de Santana receba o nome de Carlos Pitta. O artista, que faleceu no ano passado, será homenageado na cidade onde nasceu por sua contribuição à nossa cultura.

Para quem trabalha no serviço público através de empresas terceirizadas de segurança e portaria, também houve novidade. Um projeto aprovado exige cláusulas específicas nos contratos para garantir mais direitos e organização na contratação dessa mão de obra.

Leia também