O cenário político na Bahia sofreu uma movimentação importante com a sinalização de que o ex-ministro do TCU, Aroldo Cedraz, não deve participar das eleições deste ano. Aliados próximos garantem que ele descartou ocupar a primeira suplência de João Roma na disputa pelo Senado.
Mesmo após ter se filiado ao Partido Liberal (PL) em março, Cedraz indicou a interlocutores que não pretende buscar cargos eletivos em outubro. A decisão esfria as especulações que ganharam força nos bastidores da chapa liderada por ACM Neto.
Recentemente, Cedraz e João Roma chegaram a se encontrar, mas fontes afirmam que o assunto sobre a suplência sequer foi mencionado. A discussão sobre quem ocupará a vaga ao lado de Roma continua estagnada, sem nomes definidos até o momento.
A filiação de Cedraz ao PL havia sido anunciada com entusiasmo por Valdemar Costa Neto, visando fortalecer a legenda no estado. O ato contou com a presença de figuras de peso, como o pré-candidato ao governo ACM Neto e o senador Flávio Bolsonaro.
Enquanto isso, a oposição enfrenta outras divergências internas. O senador Angelo Coronel tem evitado confirmar Marcelo Guimarães Filho como seu primeiro suplente, apesar do anúncio prévio feito por ACM Neto.
Coronel mantém uma postura cautelosa sobre a composição de sua chapa. A indefinição reflete as articulações complexas entre o Podemos, o União Brasil e outros partidos que tentam consolidar as alianças para o pleito de outubro.







