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Polícia

Um homem é preso no Carnaval por matar enteada de 1 ano em 2005

Um homem de 50 anos, acusado de matar a enteada em 2005, foi preso no circuito Barra-Ondina durante o Carnaval de Salvador.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
16 de fevereiro, 2026 · 00:50 2 min de leitura
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O clima de festa do Carnaval de Salvador foi palco, na madrugada deste domingo (15), para uma ação policial de destaque que tirou de circulação um homem de 50 anos, procurado há quase duas décadas por um crime brutal. Ele foi preso por policiais civis no famoso circuito Barra-Ondina, acusado de um assassinato ocorrido em 2005 na capital baiana, onde a vítima foi sua própria enteada, de apenas 1 ano de idade.

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A prisão, que movimentou os agentes em meio à folia, traz à tona a memória de um caso que chocou a população de Salvador, na Bahia, há 18 anos. Segundo as investigações, o homem é o principal suspeito pela morte da criança, um crime que, mesmo após tanto tempo, continuava sob os olhares da Justiça.

A ação que resultou na captura do acusado foi fruto de um trabalho minucioso de inteligência. As informações cruciais para a localização do suspeito vieram do Departamento de Inteligência Policial (DIP). Com esses dados em mãos, equipes do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) foram mobilizadas para encontrar o homem no meio da multidão carnavalesca.

A tecnologia também foi uma aliada fundamental para a polícia. O suspeito foi identificado por meio dos portais de segurança que estão estrategicamente instalados na região do circuito do Carnaval. Esses equipamentos, que utilizam sistemas de reconhecimento, foram decisivos para a localização do foragido entre os foliões, demonstrando a eficácia da segurança montada para o evento.

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Depois de localizado, o homem foi levado para um dos postos policiais montados na área do evento. Lá, os policiais civis cumpriram o mandado de prisão que havia sido expedido pela 2ª Vara do Tribunal do Júri de Salvador. A agilidade e a precisão da operação garantiram que a Justiça pudesse, finalmente, avançar neste caso tão antigo.

O investigado permanece agora sob custódia, à disposição do Poder Judiciário. A prisão durante um dos maiores eventos do mundo reforça a mensagem de que a justiça, mesmo que demorada, não desiste de buscar os responsáveis por crimes, garantindo que casos como a morte da pequena enteada não caiam no esquecimento e que os acusados respondam por seus atos.

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