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Turista do RS é presa por racismo contra funcionária em show do É o Tchan em Salvador

Turista do Rio Grande do Sul é presa em Salvador após cuspir em funcionária de bar durante show do É o Tchan, acusada de racismo. O caso ocorreu no Pelourinho.

Redação ChicoSabeTudo
22 de janeiro, 2026 · 10:12 1 min de leitura
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Uma turista vinda do Rio Grande do Sul foi presa na noite desta quarta-feira (21) em Salvador, na Bahia, sob a grave acusação de racismo. O incidente chocante aconteceu durante um show do popular grupo É o Tchan, que animava a Praça das Artes, um ponto cultural importante no Pelourinho. A mulher é suspeita de ter cometido um ato de racismo contra uma funcionária de um bar que prestava serviços no evento, cuspindo na jovem trabalhadora.

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O episódio, que gerou indignação e revolta entre os presentes, ocorreu por volta das 22h50. A praça, vibrante com a apresentação do É o Tchan, teve seu clima festivo interrompido pela atitude da turista. A funcionária do bar, que estava apenas cumprindo seu expediente, foi a vítima do ataque discriminatório.

Revolta do Público e Ação Policial

Testemunhas que presenciaram o ato de racismo reagiram imediatamente. A atitude da turista, cuja identidade não foi divulgada, provocou forte reação e repúdio por parte da multidão. Após o ultraje de cuspir na funcionária, a suspeita precisou ser retirada do local. O público, revoltado com o crime presenciado, chegou a fazer ameaças de agressão contra ela, demonstrando a intolerância da população baiana e dos turistas presentes com atos de discriminação.

Após ser retirada do show, a mulher foi levada pelas autoridades até a Delegacia Especial de Atendimento ao Idoso (DEATI), um procedimento padrão para determinados tipos de ocorrências que necessitam de atendimento especializado. O caso agora segue para investigação, onde todos os detalhes serão apurados para que as medidas legais cabíveis sejam tomadas. O racismo é um crime inafiançável no Brasil, e sua ocorrência em um espaço público e de celebração cultural como o Pelourinho reforça a necessidade de vigilância constante e punição rigorosa.

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