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Polícia

Subtenente da PM é morta a tiros dentro de casa; namorado é preso por feminicídio

Subtenente da PM de Mato Grosso do Sul foi morta a tiros dentro de casa, em Campo Grande. Namorado foi preso e caso é tratado como feminicídio.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
07 de abril, 2026 · 11:21 1 min de leitura
Imagem: Reprodução/Redes sociais
Imagem: Reprodução/Redes sociais

A subtenente da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul Marlene de Brito Rodrigues, de 59 anos, foi morta a tiros no fim da manhã de segunda-feira (6), dentro da casa onde morava, no bairro Estrela Dalva, em Campo Grande. O principal suspeito do crime é o namorado da vítima, Gilberto Jarson, de 50 anos, que foi preso em flagrante. O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) como feminicídio.

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De acordo com a investigação, Marlene e o suspeito mantinham um relacionamento havia mais de um ano e moravam juntos há cerca de dois meses. Segundo a polícia, um vizinho da vítima, que também é policial militar, ouviu os disparos e entrou no imóvel pulando o muro. No local, ele encontrou o suspeito com a arma na mão.

Conforme relataram os investigadores, ao ser abordado, o homem afirmou inicialmente que Marlene havia tirado a própria vida. No entanto, ele apresentou contradições ao explicar por que estava com a arma e, posteriormente, confessou o crime, segundo a polícia. Equipes da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Batalhão de Choque foram acionadas para atender a ocorrência.

A delegada Analu Lacerda Ferraz, da Deam, informou que não havia registro anterior de violência doméstica envolvendo o casal, mas ressaltou que a ausência de boletins não descarta a possibilidade de um relacionamento marcado por violência. Vizinhos disseram à polícia que o companheiro teria buscado Marlene no trabalho e que o crime ocorreu por volta das 11h30.

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Marlene trabalhava no Comando-Geral da Polícia Militar, no setor de Ajudância Geral. Segundo as informações repassadas pela investigação, ela é a primeira vítima de feminicídio registrada em Campo Grande em 2026.

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Imagem: Reprodução/Redes sociais
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