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Polícia

Saiba quem é o padrasto preso por matar criança após se irritar com choro

Lukas Pereira é apontado como responsável pela morte da enteada Maya, de 1 ano e 9 meses, após agredi-la na Zona Oeste do Rio.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
06 de abril, 2026 · 13:36 1 min de leitura
Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu Lukas Pereira do Espírito Santo, identificado como o responsável pela morte da menina Maya Costa Cypriano, de um ano e nove meses. O caso ocorreu na comunidade do Quiririm, em Vila Valqueire, na Zona Oeste da capital fluminense.

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De acordo com as investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e pela 29ª Delegacia de Polícia, o padrasto da criança estava sozinho com ela no dia 2 de abril quando, irritado com o choro da menina, passou a agredi-la. Os golpes, segundo a apuração policial, foram direcionados à região abdominal da vítima, que apresentou um quadro grave de saúde após as agressões.

Ainda conforme a investigação, mesmo diante do estado crítico da criança, Lukas Pereira do Espírito Santo não buscou socorro de forma imediata. O que ele fez, de acordo com os registros da polícia, foi enviar uma mensagem à mãe da vítima informando que a menina não estava bem. A criança foi levada posteriormente a uma unidade de saúde, mas já chegou sem vida ao local.

Em um primeiro momento, o suspeito apresentou relatos inconsistentes sobre o que havia acontecido. No entanto, após as diligências realizadas pelas equipes da DHC e da 29ª DP, ele acabou confessando as agressões contra a criança.

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O laudo pericial confirmou que as lesões encontradas no corpo da menina eram compatíveis com agressões graves. Além disso, a investigação identificou indícios de episódios anteriores de violência contra a criança, com base em depoimentos colhidos e registros fotográficos reunidos ao longo da apuração.

A Justiça do Rio de Janeiro autorizou a prisão temporária de Lukas Pereira do Espírito Santo pelo prazo de 30 dias, atendendo a um pedido formulado pela Polícia Civil e que contou com parecer favorável do Ministério Público.

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