O cerco fechou para gigantes da internet como TikTok, Instagram e YouTube lá no Reino Unido. Órgãos do governo deram um recado claro: ou as empresas reforçam a segurança para impedir o acesso de crianças, ou vão encarar multas que podem chegar a bilhões.
A bronca é que, segundo os reguladores britânicos, as plataformas não estão fazendo o dever de casa. Elas têm regras de idade mínima, mas na prática, não impedem que os menores de idade usem os aplicativos, ficando expostos a conteúdos viciantes ou até perigosos.
As autoridades exigem ações concretas e deram um prazo final: 30 de abril. As empresas precisam apresentar formas melhores de verificar a idade dos usuários, além de criar barreiras para que estranhos não consigam falar com crianças e tornar as transmissões ao vivo mais seguras.
E se não cumprirem? A conta será salgada. Uma das agências pode aplicar multas de até 10% do faturamento global da empresa. Para se ter uma ideia do prejuízo, isso significaria um valor bilionário para companhias como a Meta, dona do Facebook e Instagram.
Do outro lado, as empresas se defendem. A Meta diz que já usa tecnologia para estimar a idade e que a verificação deveria ser feita pelas lojas de aplicativos. O YouTube se disse surpreso com a cobrança, enquanto a Roblox garantiu que já implementou novas ferramentas de segurança no último ano.







