Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Polícia

quatro presos na Coreia do Sul por hackeamento de câmeras de segurança

Quatro homens foram presos na Coreia do Sul por hackear câmeras e vender vídeos de conteúdo sexual, alarmando as autoridades.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
03 de dezembro, 2025 · 21:11 1 min de leitura
Foto: Reprodução / Google Maps
Foto: Reprodução / Google Maps

A Agência Nacional de Polícia da Coreia do Sul anunciou, na última segunda-feira (3), a prisão de quatro indivíduos envolvidos em um ataque cibernético que comprometeu 120 mil câmeras de segurança residenciais. As imagens obtidas foram utilizadas para a produção de vídeos de conteúdo sexual, gerando preocupação sobre a segurança das gravações privadas no país.

Publicidade

A investigação revelou que os hackers conseguiram acessar os dispositivos com facilidade, aproveitando senhas fracas, como combinações de números sequenciais e caracteres repetidos. Esses ataques levantam um alerta sobre a vulnerabilidade das câmeras conectadas à internet, frequentemente utilizadas para monitorar crianças e animais de estimação, além de serem comuns em diversos estabelecimentos como empresas e hospitais.

Uma das prisões resultou em um lucro de aproximadamente US$ 12 mil (pouco mais de R$ 64 mil, na cotação atual) obtido com a venda dos vídeos a um site estrangeiro destinado a conteúdo ilegal. Outra pessoa presa teria conseguido um lucro ainda maior, conforme divulgado pelas autoridades.

A espionagem eletrônica tem sido um tema recorrente nos últimos dez anos na Coreia do Sul, onde a população expressa crescentes preocupações sobre câmeras ocultas em locais públicos, como banheiros e estações de metrô. A polícia enfatiza que a invasão de câmeras de segurança residenciais intensifica o clima de insegurança entre os cidadãos.

Publicidade

As investigações sobre o caso continuarão, buscando identificar outros possíveis envolvidos e reforçando a importância de práticas de segurança mais rigorosas na utilização destes dispositivos.

Leia também