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Polícia Civil deflagra 2ª fase da Operação Agro II contra abate ilegal

Operação Agro II combate abate ilegal na Região Metropolitana de Salvador; prisões, apreensões e bloqueio de contas para impedir venda de carne sem fiscalização.

Redação ChicoSabeTudo
24 de outubro, 2025 · 09:39 1 min de leitura

A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira (24), a segunda etapa da Operação Agro II na Região Metropolitana de Salvador, na Bahia. A ação teve como alvo o furto e o abate ilegal de gado — práticas que representam risco à saúde pública e à segurança alimentar.

Investigação e modus operandi

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A apuração foi conduzida pela 37ª Delegacia Territorial de São Sebastião do Passé, sob coordenação do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom). A primeira fase, realizada em maio, já havia resultado na prisão de 5 pessoas e identificado o modo de operação: invasão de fazendas, abate no local sem qualquer controle sanitário e retirada da carne sem fiscalização.

Riscos para consumidores

As investigações apontaram que a carne proveniente do abate clandestino seguia para açougues em Salvador sem inspeção. Quem garante a procedência e as condições de higiene? Consumidores acabam sem as garantias básicas de qualidade.

Como a operação atuou

  • Foram cumpridos mandados judiciais expedidos pela 2ª Vara de Garantias de Salvador, com alvos em pontos da capital.
  • A ação mobilizou cerca de 100 policiais civis.
  • Houve apoio da Vigilância Sanitária de Salvador e da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), responsáveis pelas fiscalizações nos locais suspeitos.
  • Prisões e apreensões foram efetuadas durante as diligências.
  • A Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias dos investigados, com limite de até R$ 30 mil por pessoa, medida destinada a descapitalizar a quadrilha e garantir ressarcimento às vítimas e à coletividade.

As diligências e as medidas judiciais seguem sob responsabilidade da 37ª Delegacia Territorial, enquanto os órgãos de defesa sanitária mantêm a fiscalização nos pontos apontados. O objetivo é interromper a atividade ilícita e proteger o que chega à mesa dos consumidores.

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