Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Polícia

Polícia Civil deflagra 2ª fase da Operação Agro II contra abate ilegal

Operação Agro II combate abate ilegal na Região Metropolitana de Salvador; prisões, apreensões e bloqueio de contas para impedir venda de carne sem fiscalização.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
24 de outubro, 2025 · 12:39 1 min de leitura

A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira (24), a segunda etapa da Operação Agro II na Região Metropolitana de Salvador, na Bahia. A ação teve como alvo o furto e o abate ilegal de gado — práticas que representam risco à saúde pública e à segurança alimentar.

Investigação e modus operandi

Publicidade

A apuração foi conduzida pela 37ª Delegacia Territorial de São Sebastião do Passé, sob coordenação do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom). A primeira fase, realizada em maio, já havia resultado na prisão de 5 pessoas e identificado o modo de operação: invasão de fazendas, abate no local sem qualquer controle sanitário e retirada da carne sem fiscalização.

Riscos para consumidores

As investigações apontaram que a carne proveniente do abate clandestino seguia para açougues em Salvador sem inspeção. Quem garante a procedência e as condições de higiene? Consumidores acabam sem as garantias básicas de qualidade.

Como a operação atuou

  • Foram cumpridos mandados judiciais expedidos pela 2ª Vara de Garantias de Salvador, com alvos em pontos da capital.
  • A ação mobilizou cerca de 100 policiais civis.
  • Houve apoio da Vigilância Sanitária de Salvador e da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), responsáveis pelas fiscalizações nos locais suspeitos.
  • Prisões e apreensões foram efetuadas durante as diligências.
  • A Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias dos investigados, com limite de até R$ 30 mil por pessoa, medida destinada a descapitalizar a quadrilha e garantir ressarcimento às vítimas e à coletividade.

As diligências e as medidas judiciais seguem sob responsabilidade da 37ª Delegacia Territorial, enquanto os órgãos de defesa sanitária mantêm a fiscalização nos pontos apontados. O objetivo é interromper a atividade ilícita e proteger o que chega à mesa dos consumidores.

Leia também