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PF encontra terceiro imóvel ligado a ex-presidente do Rioprevidência

Polícia Federal encontra terceiro imóvel em Botafogo, Rio de Janeiro, ligado a Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, preso por obstrução e ocultação de provas.

Redação ChicoSabeTudo
04 de fevereiro, 2026 · 21:49 2 min de leitura
Foto: Reprodução / Redes sociais
Foto: Reprodução / Redes sociais

A Polícia Federal fez uma nova descoberta na investigação que envolve Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, preso na última terça-feira, dia 3. Agentes encontraram um terceiro imóvel que teria sido usado por ele como uma “base” na Zona Sul do Rio de Janeiro.

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O local, que fica em Botafogo, bem perto do condomínio onde Deivis morava, já estava vazio quando os policiais entraram na última sexta-feira. Lá dentro, os investigadores acharam apenas quatro malas vazias e uma quantidade de elásticos. A suspeita é que esses elásticos seriam usados para organizar grandes volumes de dinheiro.

Prisão por obstrução e ocultação de provas

Deivis Marcon Antunes foi detido em Itatiaia, no sul do Rio de Janeiro, em uma ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Os mandados para sua prisão foram emitidos porque há indícios de que ele estaria tentando atrapalhar as investigações e esconder provas.

Antes mesmo desta última descoberta, a Polícia Federal já tinha conhecimento de um apartamento alugado no mesmo prédio onde Deivis morava, também ligado a ele. A identificação de múltiplos imóveis reforça a complexidade do esquema investigado e a tentativa de ocultar bens ou atividades ilícitas.

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A presença de malas vazias e, principalmente, de elásticos, reforça as suspeitas dos investigadores sobre a movimentação e organização de grandes quantias de dinheiro, um indício comum em casos de crimes financeiros e corrupção. A investigação busca agora entender a real função desses imóveis e a extensão das atividades ilegais.

Importância do Rioprevidência

O Rioprevidência é o fundo de previdência dos servidores públicos do estado do Rio de Janeiro. A gestão de recursos tão importantes para milhares de funcionários públicos faz com que qualquer suspeita de irregularidade ou corrupção no órgão seja investigada com rigor, dada a sua relevância social e econômica para o estado.

A descoberta de múltiplos locais que podem ter servido como esconderijos ou bases para a prática de crimes, somada à apreensão de itens como malas e elásticos usados para dinheiro, sugere um esquema organizado. A Polícia Federal segue empenhada em desvendar todas as conexões e pessoas envolvidas neste caso, buscando garantir a transparência e a justiça. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo.

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