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Polícia

PF cumpre mandados da Operação Decrypt por suspeita de ransomware

PF deflagra Operação Decrypt e cumpre mandados em MG e SP contra suspeitos de ligação a ransomware; investigações também apontam golpes via vagas falsas.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
17 de outubro, 2025 · 22:18 1 min de leitura
Bandidos usam ransomwares para atacar vítimas (Imagem: PeopleImages/Shutterstock)
Bandidos usam ransomwares para atacar vítimas (Imagem: PeopleImages/Shutterstock)

Na sexta‑feira (17), a Polícia Federal deflagrou a Operação Decrypt. Mandados foram cumpridos em diferentes estados enquanto a corporação investigava a suspeita de participação de um brasileiro em organização criminosa transnacional ligada a ataques por ransomware.

O que foi feito

  • dois mandados de busca e apreensão em Minas Gerais;
  • um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária em São Paulo.
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As medidas foram autorizadas após autoridades apontarem indícios de invasão de dispositivos, como computadores e celulares, além de sinais de extorsão digital, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Como funciona o ataque

Pense num cofre digital: um software malicioso se esconde em arquivos, mensagens ou links, criptografa os dados e torna o acesso impossível. Depois, os criminosos exigem pagamento — normalmente em criptomoedas — para, supostamente, liberar os arquivos. E mesmo pagando, não há garantia de que você recupera tudo.

A ação contou com troca de informações por meio da Rede 24/7, mecanismo previsto na Convenção de Budapeste que facilita a comunicação rápida entre autoridades de diferentes países.

Golpes disfarçados de vagas

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Paralelamente, uma empresa de cibersegurança identificou golpes que simulavam ofertas de emprego da plataforma Google Careers para capturar credenciais. Havia variantes em inglês, espanhol e sueco, e potenciais vítimas eram redirecionadas a páginas de phishing após o primeiro contato.

A Polícia Federal não divulgou nomes dos investigados nem os alvos específicos das diligências. A apuração segue em andamento, e as autoridades informaram que novas diligências e trocas de informação com parceiros internacionais podem ocorrer conforme a investigação avance.

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