Nesta terça-feira (10), uma grande ação da Polícia Civil, batizada de Operação Martelo, mobilizou cerca de 120 policiais civis para cumprir ordens da Justiça em cinco estados diferentes. O foco principal da operação é o Recôncavo Baiano, na Bahia, mas a força-tarefa se estende por outras quatro unidades da Federação.
O grande objetivo, conforme explicou a Polícia Civil da Bahia (PC-BA), é quebrar a liderança e parar a atuação de uma organização criminosa que age em vários estados. Esse grupo é investigado por crimes graves, como tráfico de drogas, mortes e lavagem de dinheiro, que é a tentativa de esconder a origem ilegal de dinheiro.
As investigações que levaram à Operação Martelo duraram cerca de um ano. Durante todo esse tempo, os policiais reuniram informações e realizaram análises técnicas que permitiram entender como o grupo funcionava. Descobriram que se trata de uma organização bem estruturada, com pessoas desempenhando funções específicas e núcleos dedicados tanto à prática de crimes violentos quanto à movimentação e ocultação do dinheiro sujo.
A organização criminosa possuía ramificações, ou seja, 'braços' espalhados tanto dentro quanto fora da Bahia. A polícia conseguiu identificar as lideranças, como eles agiam e a forma de operação do grupo, o que foi essencial para planejar a ação desta terça-feira.
A Operação Martelo é um esforço conjunto e coordenado para combater esse tipo de crime organizado, que representa uma ameaça significativa para a segurança pública por sua capacidade de se expandir e atuar em diferentes regiões.
Para realizar essa complexa operação, diversas unidades da Polícia Civil uniram forças. Entre elas estão equipes da 4ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Santo Antônio de Jesus), da Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin/Leste), do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco-LD), e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core).







