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Polícia

Operação conjunta apreende celulares e entorpecentes no Conjunto Penal de Paulo Afonso

Revista no Conjunto Penal de Paulo Afonso resulta na apreensão de aparelhos celulares, maconha e cocaína. Saiba mais.

Redação ChicoSabeTudo
26 de fevereiro, 2026 · 10:30 1 min de leitura
Imagem: ASCOM/ 20º BPM
Imagem: ASCOM/ 20º BPM

Uma operação de revista realizada nesta semana no Conjunto Penal de Paulo Afonso, localizado no bairro Marina França, resultou na apreensão de aparelhos celulares, entorpecentes e outros materiais não permitidos. A ação teve como foco o Pavilhão "D", área destinada aos internos que cumprem pena no regime semiaberto.

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A intervenção foi conduzida de forma integrada entre diferentes forças de segurança. A coordenação envolveu o 20º Batalhão de Polícia Militar (BPM), sob o comando da Tenente-Coronel PM Emília Neta, e a direção da unidade prisional, representada pelo diretor Tiago Matos, atuando em conjunto com o efetivo da Polícia Penal.

Para a execução das buscas e garantia da segurança durante o procedimento, a operação contou com o suporte logístico e tático de unidades especializadas. A Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE/NE) foi responsável pela contenção interna, enquanto a Companhia Independente de Policiamento Tático (CIPT/NE) realizou a segurança do perímetro externo. Guarnições da Companhia de Emprego Tático Operacional (CETO) e do Canil do 20º BPM auxiliaram nas varreduras do pavilhão.

Durante a inspeção nas celas, as equipes localizaram:

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    Aparelhos celulares;

  • Porções de substâncias análogas à maconha e à cocaína;

  • Comprimidos de composição ainda não identificada.

De acordo com as autoridades, a revista foi concluída sem o registro de incidentes ou confrontos. Todos os itens irregulares encontrados foram recolhidos, catalogados e repassados à Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado da Bahia (SEAP-BA) para o prosseguimento das medidas legais e investigações cabíveis.

A operação faz parte das medidas preventivas regulares das forças de segurança estaduais, com o objetivo de manter a disciplina interna e evitar a comunicação e o planejamento de crimes a partir do interior do sistema carcerário.

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