Uma mulher trans de 29 anos viveu horas de terror em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. Ela foi brutalmente torturada e teve o corpo marcado com uma suástica feita com uma faca quente. O mais chocante é que o próprio namorado dela é um dos suspeitos de participar do crime, junto com o casal para quem ela trabalhava.
Segundo a Polícia Civil, tudo começou por causa de dinheiro. A vítima, que trabalhava como diarista na casa do casal, foi chamada para receber um pagamento. No local, os patrões, que estavam bebendo, começaram a cobrar um suposto adiantamento que teriam feito a ela.
Com a recusa da mulher em devolver o valor, as agressões começaram. Os três suspeitos teriam usado de tudo para atacá-la: socos, chutes, um taco de sinuca, um cabo de vassoura e até uma faca. Para que ela não pedisse socorro, o celular dela foi quebrado.
A investigação aponta que o namorado da vítima teve participação direta na tortura. Ele a teria imobilizado, segurando-a com força, enquanto o casal continuava a espancá-la.
O momento mais cruel foi quando um dos agressores esquentou uma faca no fogão. Com o objeto em brasa, eles queimaram o braço esquerdo da mulher, desenhando o símbolo nazista da suástica na pele dela.
Depois de muito sofrimento, a vítima foi finalmente liberada. Ela conseguiu correr e pedir ajuda em um comércio perto da rodoviária da cidade, e a polícia foi chamada imediatamente.
A resposta foi rápida. Um dos suspeitos foi preso logo em seguida, perto do local. O casal foi encontrado na casa onde o crime aconteceu. A Justiça já converteu a prisão em flagrante dos três em preventiva, e eles vão responder presos.







