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Polícia

Morte de Flávia Barros: Justiça ouve irmã, prima e PMs em 1ª audiência

Juíza negou pedido de adiamento da defesa do réu Tiago Sóstenes; instrução continua no dia 23 de outubro, em Aracaju

Redação ChicoSabeTudo
07 de agosto, 2026 · 19:40 2 min de leitura
Crédito: Portal ChicoSabeTudo
Crédito: Portal ChicoSabeTudo

A Justiça de Sergipe realizou nesta sexta-feira (7) a primeira audiência de instrução do processo que apura a morte da empresária Flávia Barros, de 38 anos, que morava em Paulo Afonso. A sessão aconteceu no Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju, e quatro testemunhas foram ouvidas.

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Flávia foi morta a tiros no dia 22 de março, em um hotel na Zona Sul da capital sergipana. Pelo crime, responde o policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, que na época era namorado da vítima e dirigia o Conjunto Penal de Paulo Afonso. Em maio, o Ministério Público de Sergipe (MPSE) o denunciou por feminicídio, e a Justiça aceitou a acusação, tornando-o réu no processo. Ele está preso preventivamente.

Segundo o advogado da família de Flávia, José Carlos, a audiência começou com um pedido de adiamento apresentado pela defesa do réu, formada por sete advogados. A magistrada, no entanto, entendeu que não havia motivo para suspender o ato e determinou o prosseguimento da instrução.

Foram ouvidas duas familiares da vítima — a irmã e uma prima — além de dois policiais militares que foram os primeiros a chegar ao local do crime. De acordo com José Carlos, as parentes relataram o que sabiam sobre o caso e a dor causada pela perda, enquanto os PMs descreveram as circunstâncias encontradas na ocorrência.

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Como ainda restam várias testemunhas a serem ouvidas e a sessão avançou no horário, a juíza decidiu suspender a audiência. A continuação da instrução foi marcada para o dia 23 de outubro, no mesmo fórum.

O advogado da família afirmou que a expectativa é de que o processo avance para o julgamento popular. "Essa defesa da família de Flávia Barros e da memória dela continua convicta e certa de que o Tiago Sóstenes será pronunciado e, ao final, será condenado pelo Tribunal Popular", declarou ao portal Fan F1.

Na denúncia, o MPSE apontou que o crime foi cometido com arma de fogo funcional e pegou a vítima de surpresa, circunstâncias tratadas como agravantes. A morte de Flávia, bastante conhecida em Paulo Afonso, causou grande comoção na cidade e na região.

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