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Polícia

Moraes aperta o cerco: Bolsonaro sob vigilância 24h e sem celular em hospital no DF

Ex-presidente, internado com pneumonia, terá dois policiais na porta do quarto e está proibido de receber visitas e usar eletrônicos por ordem do STF.

Redação ChicoSabeTudo
13 de março, 2026 · 15:30 1 min de leitura

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, mandou a Polícia Militar do Distrito Federal vigiar o ex-presidente Jair Bolsonaro 24 horas por dia no hospital. A ordem é para que dois policiais fiquem de plantão, sem sair da porta do quarto onde ele está internado.

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Além da vigilância constante, Moraes proibiu a entrada de qualquer aparelho eletrônico, como celulares, computadores ou tablets, no quarto ou na UTI. A fiscalização para garantir que nada entre é responsabilidade da própria polícia.

As visitas que já estavam agendadas para o ex-presidente também foram canceladas por decisão do ministro, aumentando o isolamento de Bolsonaro durante a internação.

A medida foi tomada depois que Bolsonaro foi transferido para o Hospital DF Star, em Brasília. Ele passou mal durante a madrugada, com febre alta, crises de vômito e queda na saturação de oxigênio.

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De acordo com o relatório médico, o diagnóstico do ex-presidente é de broncopneumonia aguda, que é um tipo de pneumonia. A suspeita é que a doença tenha sido causada por aspiração.

Caberá ao 19º Batalhão da Polícia Militar do DF cumprir a determinação de Moraes, garantindo a segurança e a vigilância no local, com equipes dentro e fora do hospital, durante todo o período em que Bolsonaro permanecer internado.

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