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Médico baiano usa ilha para treinamento de emagrecimento ilegal

Ilha de Carapituba é investigada por servir como centro de treinamento para produtos ilegais de emagrecimento do médico Gabriel Almeida.

Redação ChicoSabeTudo
01 de dezembro, 2025 · 08:09 1 min de leitura
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Ilha de Carapituba, localizada na Baía de Todos-os-Santos, a cerca de 40 minutos de Salvador, foi identificada como um centro de treinamento e divulgação de produtos ilegais do médico baiano Gabriel Almeida, segundo informações do programa Fantástico, da TV Globo. O profissional é alvo de investigação da Polícia Federal por suposta produção ilegal do medicamento conhecido como 'Monjauro'.

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De acordo com a reportagem, a ilha, que pertence a Almeida e a um grupo de médicos que a adquiriram em consórcio, era utilizada para qualificar médicos e apresentar os produtos envolvidos na investigação. O delegado da PF, Fabrízio Galli, afirmou que “a Ilha funcionava não apenas como um centro de estudos, mas também para a apresentação dos produtos que seriam vendidos para clínicas e laboratórios”.

Ainda segundo o Fantástico, o local também atuava como uma escola do chamado 'Protocolo de Emagrecimento'. Após as operações realizadas, a defesa de Gabriel Almeida declarou ao programa que, embora ele não possua especialização em endocrinologia, possui pós-graduação na área em instituições reconhecidas pelo Ministério da Educação. A defesa corroborou as reuniões realizadas na ilha, mas esclareceu que o médico não é o responsável pela fabricação dos medicamentos investigados.

Gabriel Almeida, que possui cerca de 750 mil seguidores nas redes sociais, ganhou notoriedade ao recomendar o uso de Mounjaro para emagrecimento, além de atuar como escritor, professor e palestrante. A Operação Slim, que investiga Almeida, já cumpriu 24 mandados de busca e apreensão em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, englobando clínicas, laboratórios, estabelecimentos comerciais e residências conectadas aos investigados.

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As investigações prosseguem, e a Polícia Federal segue apurando as atividades ligadas ao médico e a seus associados.

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