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Polícia

Justiça bloqueia R$ 112 milhões de ex-sócio do Banco Master

Justiça de São Paulo bloqueou R$ 112 milhões em conta de Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, por dívida, meses antes da Operação Compliance Zero.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
19 de janeiro, 2026 · 12:29 2 min de leitura
Foto: FreeImage / Reprodução Metrópoles
Foto: FreeImage / Reprodução Metrópoles

A Justiça de São Paulo agiu rápido e bloqueou uma quantia impressionante de R$ 112 milhões que pertenciam a Augusto Lima, um ex-sócio do Banco Master. A decisão judicial veio à tona meses antes de Lima se tornar um dos alvos da conhecida Operação Compliance Zero.

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O bloqueio dos bens aconteceu no dia 29 de abril de 2025, quando as autoridades descobriram essa bolada em uma conta de Augusto Lima na Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Pouco tempo depois, na última quinta-feira (15), o fundo onde esse dinheiro estava foi liquidado pelo Banco Central.

Por que o dinheiro foi bloqueado?

De acordo com informações da Justiça paulista, divulgadas pelo Metrópoles, tudo começou por causa de um processo para cobrar uma dívida. A família que era dona do antigo Banco Voiter pediu à Justiça para bloquear os bens dos banqueiros do Master. O valor original dessa dívida é de nada menos que R$ 470,5 milhões.

A 22ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) deu o sinal verde e permitiu que os valores fossem bloqueados nas contas dos executivos. Mas, surpreendentemente, essa restrição durou apenas oito dias. O motivo? As partes envolvidas teriam chegado a um primeiro acordo para resolver a situação.

Onde estava o dinheiro de Augusto Lima?

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A Justiça detalhou como os valores estavam distribuídos em diferentes bancos na época do bloqueio. Veja só:

  • R$ 112,8 milhões: Na Reag Trust DTVM, o maior montante.
  • R$ 484 mil: No Bradesco.
  • R$ 317,4 mil: No Santander.
  • R$ 274,41 mil: No Banco do Brasil.
  • R$ 2,3 mil: No Banco Master.
  • R$ 0,44: Na Pluxee IP.

É importante destacar que essa movimentação da Justiça, que resultou no bloqueio dos R$ 112 milhões, ocorreu antes mesmo de Augusto Lima ser envolvido na Operação Compliance Zero, mostrando que havia outras pendências judiciais significativas em seu nome.

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