O zagueiro João Cubas, que joga pelo clube Galícia, foi solto nesta segunda-feira (8), em Salvador, na Bahia. Ele havia sido preso no último sábado (6) sob a suspeita de estuprar uma mulher. A decisão veio após uma audiência de custódia, onde a Justiça avaliou a legalidade da prisão e as condições para que ele responda ao processo em liberdade.
A prisão de Cubas aconteceu logo depois de um encontro com a mulher. Os dois tinham se conhecido por um aplicativo de relacionamento e decidiram sair para um bar na região do Campo Grande. Depois, seguiram para um hotel. Foi lá que a mulher relatou ter sido vítima de estupro, o que levou à prisão em flagrante do jogador.
O que se sabe sobre o caso
A vítima, que preferiu não ter sua identidade divulgada, tomou medidas para sua segurança. Ela conseguiu uma medida protetiva contra o atleta. Isso significa que ele não pode se aproximar dela, a fim de garantir a integridade da mulher enquanto o caso é investigado.
João Cubas já teve passagem importante por outro clube grande do futebol brasileiro. Em 2023, ele fez parte da equipe sub-23 do Santos, um time conhecido por revelar talentos.
Posicionamento do clube e do jogador
Até o momento, João Cubas não se manifestou publicamente sobre o ocorrido. Ele permanece à disposição da Justiça para qualquer etapa do processo. Ou seja, a investigação continua e ele precisará comparecer quando for chamado.
O Galícia, clube de Salvador onde o jogador atua atualmente, emitiu uma nota repudiando qualquer tipo de violência. O time deixou claro que está acompanhando o caso de perto e afirmou que está colaborando com as autoridades, fornecendo todas as informações necessárias para ajudar na apuração dos fatos.
"O Galícia repudia toda e qualquer forma de violência, acompanha o caso de perto e colabora com as autoridades para fornecer as informações necessárias."
A audiência de custódia é um procedimento legal onde um juiz analisa a prisão de uma pessoa em até 24 horas. O objetivo é verificar se a prisão foi legal, se houve tortura ou maus-tratos e decidir se o preso deve continuar detido ou se pode responder em liberdade, geralmente com algumas condições.







