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Idosa é flagrada com drogas e eletrônicos em muleta na cadeia de Salvador

Idosa é flagrada na cadeia de Salvador tentando contrabandear smartwatches e maconha dentro de uma muleta e chinelo. A Polícia Penal frustrou a ação com BodyScan.

Redação ChicoSabeTudo
08 de janeiro, 2026 · 07:46 2 min de leitura
Foto: Divulgação / SEAP
Foto: Divulgação / SEAP

Na tarde desta quarta-feira (7), a segurança da Cadeia Pública de Salvador, na Bahia, impediu uma tentativa de contrabando inusitada e perigosa. Uma idosa, mãe de um detento, foi flagrada tentando entrar no local com um arsenal de eletrônicos e uma porção de droga, tudo muito bem escondido em uma muleta e nas suas sandálias.

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A perspicácia da Polícia Penal da Bahia, junto com o uso avançado da tecnologia BodyScan da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), foi fundamental para desmascarar a farsa. Logo que a visitante passou pelo aparelho de scanner corporal, as imagens revelaram os objetos ilícitos camuflados de forma astuta.

Material apreendido revela plano de comunicação interna

A estratégia era simples, mas arriscada: usar objetos comuns para esconder o proibido. Na muleta e no par de sandálias da mulher, os agentes da Seap encontraram um verdadeiro 'kit' para dentro da prisão. Foram apreendidos:

  • Dois smartwatches, que são relógios inteligentes capazes de se comunicar e acessar informações;
  • Dois carregadores de celular, junto com dois cabos USB, essenciais para manter os aparelhos ligados;
  • Um carregador de indução, que permite carregar sem fios;
  • E, por fim, aproximadamente dois gramas de uma substância parecida com maconha.

Com a descoberta, todos os procedimentos administrativos foram imediatamente tomados. A idosa e o material apreendido foram levados até a Central de Flagrantes, onde a polícia fará as investigações e tomará as providências legais cabíveis.

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Situações como esta evidenciam a constante vigilância necessária nas unidades prisionais. A entrada de celulares e drogas nas cadeias é um desafio contínuo para as forças de segurança, pois esses itens podem ser usados para organizar crimes de dentro da prisão ou para manter o tráfico de drogas, o que compromete a segurança tanto dos detentos quanto dos funcionários e da sociedade em geral. A Seap e a Polícia Penal da Bahia reforçam seu compromisso em combater essas tentativas, utilizando todos os recursos disponíveis para garantir a ordem e a disciplina nos presídios.

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