A Polícia Militar prendeu um homem de 32 anos na madrugada da última terça-feira (17) enquanto ele curtia o carnaval de Brumado, na Bahia. O detalhe que chamou a atenção é que ele usava uma tornozeleira eletrônica, ignorando completamente as medidas impostas pela Justiça para sua liberdade provisória.
A prisão aconteceu no circuito Agamenon Santana, o famoso “Carna Brumas”, um dos pontos centrais da folia na cidade. De acordo com informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a equipe de inteligência do 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) identificou o homem por volta das 2h da manhã, circulando livremente entre os foliões.
Entenda o caso: desrespeito às medidas da Justiça
Uma tornozeleira eletrônica é um dispositivo usado para monitorar pessoas que respondem a processos criminais em regime semiaberto ou que precisam cumprir alguma medida cautelar. Seu uso geralmente implica restrições de horário, de locais onde a pessoa pode ir ou até mesmo um toque de recolher. No caso de Brumado, a presença do homem em uma festa de carnaval, especialmente de madrugada, era um claro sinal de que ele estava desrespeitando as determinações judiciais.
Assim que o homem foi identificado pela inteligência da PM, uma patrulha foi acionada para fazer a abordagem. Sem oferecer resistência, ele foi levado à delegacia móvel da Polícia Civil, que estava montada no próprio circuito do carnaval para agilizar os atendimentos durante a festa.
- Receptação: comprar ou receber produtos de roubo/furto.
- Adulteração de sinal identificador de veículo: mudar placas ou chassis de carros.
- Associação criminosa armada: fazer parte de um grupo para cometer crimes, usando armas.
- Porte ilegal de arma de fogo: andar com arma sem autorização.
- Falsificação de documento: criar ou usar documentos falsos.
A polícia informou que o preso já tinha um histórico criminal extenso. Ele possuía passagens pela polícia por crimes como receptação, adulteração de sinal identificador de veículo, associação criminosa armada, porte ilegal de arma de fogo e falsificação de documento. Esse histórico ressalta a importância das medidas cautelares que, neste caso, foram desrespeitadas durante o período de carnaval.







