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Polícia

Homem armado com explosivos tenta matar CEO da OpenAI e atacar sede da empresa nos EUA

Suspeito viajou do Texas para a Califórnia com lista de alvos e manifesto contra a Inteligência Artificial

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
14 de abril, 2026 · 11:36 2 min de leitura

Um jovem de 20 anos, identificado como Daniel Moreno-Gama, foi preso após uma tentativa de ataque violento contra o CEO da OpenAI, Sam Altman, e a sede da empresa em São Francisco. O suspeito portava explosivos caseiros, combustível e uma lista detalhada com endereços de executivos e investidores do setor tecnológico.

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O ataque começou na madrugada de sexta-feira, quando câmeras de segurança flagraram o homem arremessando um coquetel molotov contra o portão da casa de Altman. Apesar da explosão, ninguém ficou ferido no local. Após a ação, o agressor seguiu para o prédio da OpenAI, onde tentou quebrar as portas de vidro para invadir o recinto.

A equipe de segurança conteve Moreno-Gama enquanto ele carregava um galão de querosene e um isqueiro. Ao ser detido, ele afirmou abertamente aos policiais que sua intenção era "queimar tudo e matar todos" dentro do edifício para interromper o avanço da inteligência artificial, que ele considera uma ameaça à humanidade.

Com o suspeito, a polícia encontrou um manifesto intitulado "Sobre a nossa extinção iminente". No texto, o jovem defendia o uso da força contra líderes da tecnologia. As investigações revelaram que ele usava nomes falsos na internet para espalhar ideias extremistas e planejar os ataques a partir de sua cidade natal, no Texas.

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Daniel Moreno-Gama agora enfrenta acusações graves de tentativa de homicídio e incêndio criminoso. Se condenado, a pena pode variar de 19 anos de reclusão até a prisão perpétua. O caso está sendo acompanhado pelas autoridades estaduais e federais dos Estados Unidos devido ao teor terrorista das ameaças.

Em resposta ao ocorrido, Sam Altman pediu que a sociedade diminua a agressividade nas discussões sobre tecnologia. Um segundo incidente com tiros perto da casa do executivo chegou a ser registrado no domingo, mas a polícia local informou que, até o momento, não há ligação comprovada entre os dois casos.

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