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Polícia

Gabriel Almeida defende-se de acusação de venda ilegal de Mounjaro

Gabriel Almeida se defende de investigações sobre suposta venda ilegal de Mounjaro, reforçando seu compromisso com a medicina ética.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
27 de novembro, 2025 · 16:54 1 min de leitura
Foto: Reprodução / Instagram
Foto: Reprodução / Instagram

O médico Gabriel Almeida, influenciador digital com quase 750 mil seguidores, se manifestou nesta quinta-feira (27) após ser alvo da Operação Slim, conduzida pela Polícia Federal (PF). A operação investiga Almeida por suposto envolvimento em uma rede que produziria e comercializaria ilegalmente o medicamento para emagrecimento Mounjaro (Tirzepatida).

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De acordo com a PF, ele seria o principal nome de um esquema que inclui profissionais de saúde, clínicas e laboratórios, que manipulariam o princípio ativo sem a devida autorização, além de não cumprirem regras sanitárias adequadas. O médico, natural da Bahia e com consultórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Petrolina e Feira de Santana, destacou em sua defesa que nunca fabricou nem rotulou medicamentos.

A nota oficial da defesa ressalta que a prática profissional de Almeida é voltada para a medicina clínica e a docência, e afirma que as alegações de produção de fármacos são “fáticas e tecnicamente impossíveis”. Neste contexto, afirmaram que a interação do médico com a Tirzepatida se restringe a um âmbito “estritamente científico e acadêmico”.

Os representantes legais do médico alegaram ainda que a investigação se limita a questões jurídicas sobre a quebra de patente e direitos de propriedade intelectual, não comprometendo a saúde pública. Eles mencionaram a Nota Técnica 200/2025 da ANVISA e a Lei 9.279/96, afirmando que a manipulação da Tirzepatida é legal e autorizada.

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Com relação à prescrição e divulgação do tratamento em suas redes sociais, a defesa argumentou que cabe ao médico diagnosticar e indicar medicações, enquanto os pacientes têm liberdade de escolha sobre onde adquirir os medicamentos. A nota conclui lamentando o “julgamento midiático antecipado” e esclarecendo que a operação se limitou a um cumprimento de mandado de busca e apreensão, sem restrições à liberdade do médico.

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