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Polícia

Ferry Zumbi dos Palmares tem confusão no embarque em Salvador

Passageiro impedido de embarcar chamou a PM; saída de São Joaquim atrasou mais de uma hora

Redação ChicoSabeTudo
26 de setembro, 2026 · 20:55 2 min de leitura

O ferry-boat Zumbi dos Palmares ficou parado por mais de uma hora no final da tarde de 25 de setembro de 2026, durante o embarque no Terminal de São Joaquim, em Salvador. A embarcação, que faz a ligação com o Terminal de Bom Despacho, na Ilha de Itaparica, tinha saída prevista para as 16h, mas só deixou o terminal baiano às 17h10.

O atraso começou depois que um motorista não conseguiu entrar com o carro na área inferior do ferry. Segundo relatos publicados pelo Bahia Notícias e pelo Blog do Valente, o passageiro estava acompanhado da esposa, uma pessoa com deficiência, e pediu para permanecer no convés superior da embarcação.

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De acordo com o motorista, outros veículos foram autorizados a embarcar enquanto o carro dele continuava impedido de entrar. Diante do impasse, ele chamou a Polícia Militar da Bahia, que foi acionada para tentar resolver a situação.

Após cerca de uma hora, as filas foram reorganizadas. O veículo do passageiro e mais três carros conseguiram embarcar, e o ferry seguiu viagem rumo a Bom Despacho.

Segundo o Blog do Valente, o passageiro afirmou que estava apenas defendendo seus direitos como cidadão.

A empresa responsável pela operação do sistema Ferry-Boat não detalhou publicamente as circunstâncias do impasse nem os procedimentos adotados durante o atraso.

Uma outra publicação, do site Voz da Bahia, relatou que a mesma embarcação teria ficado à deriva por cerca de 15 minutos na noite do mesmo dia, durante a travessia no sentido contrário, de Bom Despacho para São Joaquim, após uma suposta falha de energia. Essa versão não foi confirmada pelas demais coberturas localizadas, que registraram apenas o atraso no embarque em São Joaquim, sem mencionar pane elétrica, motores desligados ou paralisação em alto-mar. Até a publicação desta matéria, não havia confirmação oficial sobre o caso relatado pelo Voz da Bahia.

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O sistema de ferry-boat que liga Salvador à Ilha de Itaparica é considerado serviço público de competência do Estado da Bahia. A operação é outorgada à iniciativa privada por concessão, e cabe à AGERBA (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia) regular e fiscalizar o serviço, segundo informação divulgada pelo órgão em 21 de julho de 2026. Até a publicação desta reportagem, a AGERBA não havia se manifestado sobre a ocorrência de 25 de setembro.

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