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Polícia

Família de advogada assassinada na Bahia sofreu tentativa de extorsão antes do crime, aponta investigação

Polícia aponta que parentes de Cláudia Félix, morta em Itororó, foram cobrados por criminosos dias antes da execução

Redação ChicoSabeTudo
27 de julho, 2026 · 10:31 2 min de leitura
Família de advogada assassinada na Bahia sofreu tentativa de extorsão antes do crime, aponta investigação

A investigação sobre o assassinato da advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, ganhou um novo desdobramento. Segundo a Polícia Civil, a família da vítima foi alvo de uma tentativa de extorsão antes do crime ocorrido na cidade de Itororó, no sudoeste da Bahia. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (27).

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De acordo com as investigações, pessoas ligadas à advogada receberam mensagens exigindo pagamento em dinheiro pouco antes da execução. A Polícia Civil apura se a tentativa de extorsão tem relação direta com o homicídio, mas, até o momento, não confirmou o vínculo entre os fatos.

Cláudia Félix foi assassinada na madrugada de sábado (25), depois que homens armados invadiram a residência onde morava e efetuaram diversos disparos. Equipes da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, porém a advogada já estava sem sinais vitais quando o atendimento chegou ao local.

Logo após o crime, a Polícia Civil expediu as guias para perícia e remoção do corpo ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) e iniciou as diligências para identificar os autores, esclarecer a dinâmica do assassinato e descobrir a motivação. Até a última atualização, ninguém havia sido preso.

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Cláudia Félix atuava na advocacia com foco em áreas como Direito Civil, Direito do Consumidor e Direito da Família. Nas redes sociais, reunia milhares de seguidores e era bastante conhecida em Itororó e municípios da região.

Após o homicídio, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA), em conjunto com a Subseção de Itapetinga, manifestou pesar pela morte da profissional e cobrou uma investigação rápida, rigorosa e transparente. A entidade informou que acompanha o caso por meio da Procuradoria Jurídica e de Prerrogativas e solicitou prioridade à Secretaria da Segurança Pública da Bahia na elucidação do crime.

A Polícia Civil continua colhendo depoimentos, analisando imagens, reunindo provas e investigando a possível ligação entre a tentativa de extorsão e a execução da advogada. Até o momento, não há suspeitos presos, e a motivação do crime permanece sob investigação.

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