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Polícia

Desabamento de galpão mata quatro trabalhadores em Luís Eduardo Magalhães

Vítimas eram carpinteiros e encarregado terceirizados; duas pessoas ficaram feridas em Luís Eduardo Magalhães

Redação ChicoSabeTudo
11 de setembro, 2026 · 18:21 2 min de leitura

Quatro trabalhadores morreram na quinta-feira (10) após o desabamento de uma estrutura de um galpão em construção nas instalações da empresa Galvani, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. O chamado foi registrado por volta das 10h30, no bairro Jardim das Acácias. Segundo a Galvani, o acidente ocorreu por volta das 10h.

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A Polícia Civil identificou as vítimas como José Carlos Marcelino da Silva, de 25 anos, e Ullisses Rodrigues Barbosa, de 26 anos, ambos carpinteiros que haviam entrado para a equipe em julho de 2026. Também morreram Jackson dos Santos Silva, de 33 anos, carpinteiro desde novembro de 2025, natural de Barrocas, na região do sisal, e Sergio Silva dos Santos, de 30 anos, que trabalhava como encarregado desde agosto de 2020.

Segundo a Delegacia Territorial de Luís Eduardo Magalhães, a estrutura caiu sobre os trabalhadores. Segundo a mesma delegacia, o caso foi registrado inicialmente como acidente de trabalho. Os quatro eram funcionários da AM Reformas, empresa terceirizada que prestava serviços para a Galvani, responsável pelo galpão em construção.

Outras duas pessoas, de 45 e 48 anos, ficaram feridas e foram levadas para uma unidade de pronto atendimento da região, onde seguem em quadro clínico estável.

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Equipes do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, da Polícia Militar, do Samu e da Defesa Civil foram mobilizadas após o desabamento. A ocorrência foi atendida pela 2ª Companhia de Bombeiros Militar de Luís Eduardo Magalhães, vinculada ao 17º Batalhão de Bombeiros Militar, com sede em Barreiras.

Quando as equipes chegaram, três vítimas estavam nos escombros. Uma delas estava presa pelo tornozelo à estrutura. Os óbitos foram constatados por um médico do Samu. Os corpos foram encaminhados ao Departamento de Polícia Técnica para perícia e remoção.

O diretor da Defesa Civil, Wanderson Santana, informou que o órgão acompanha o andamento das apurações sobre o acidente, ocorrido dentro das dependências da Galvani Fertilizantes, empresa privada instalada no município.

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Em nota, a Galvani afirmou que o acidente envolveu funcionários de uma empresa terceirizada. A empresa disse que presta assistência às famílias das vítimas e colabora com as autoridades na apuração do caso. Jackson dos Santos Silva não era casado e deixou companheira e um filho de dois anos. Até a última atualização, a família não havia definido o horário de velório e sepultamento.

O Ministério Público do Trabalho informou que acompanha o caso e realiza uma análise preliminar para verificar se há elementos que justifiquem a abertura de um inquérito. As causas do desabamento ainda serão apuradas pelos órgãos competentes.

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