Um erro de comunicação e a falta de escolta policial impediram a realização do julgamento dos acusados de matar um servidor do Instituto Brasília Ambiental (Ibram). O júri, que estava marcado para começar às 9h da última terça-feira (7), precisou ser adiado de última hora.
A Secretaria de Administração Penitenciária informou sobre a ausência da escolta apenas 51 minutos antes do início previsto para as sessões. O problema aconteceu devido a uma assembleia de policiais penais que ocorreu no mesmo dia, impedindo o transporte dos réus Brendo Washington e Edicarlos Santos.
A demora no repasse da informação causou transtornos para 29 testemunhas que compareceram ao local. Elas chegaram a se deslocar para o tribunal, mas foram dispensadas logo em seguida, já que os réus não apareceram por falta de segurança para o transporte.
O aviso oficial da Polícia Penal teria sido enviado às 8h09, mas o Judiciário só teria recebido o comunicado por volta das 10h51, quando os trabalhos já deveriam estar em andamento. Com o imprevisto, o processo sofreu um atraso significativo no cronograma.
Diante da situação, a Justiça remarcou o julgamento do caso. Agora, os acusados de homicídio contra o servidor do Ibram devem sentar no banco dos réus apenas no dia 1º de setembro deste ano.







