O estudante universitário Daniel Moreno-Gama, de 20 anos, virou alvo de uma investigação federal após atacar a casa do CEO da OpenAI, Sam Altman, e a sede da empresa com coquetéis molotov. O jovem viajou de Houston até San Francisco com o objetivo de causar incêndios e enfrentar o executivo.
As investigações revelaram que, meses antes do crime, Moreno-Gama usou termos violentos em conversas online. Ele utilizou a expressão 'Luigi’ing', uma referência a Luigi Mangione, acusado de matar o CEO da UnitedHealthcare, sugerindo que outros líderes de tecnologia deveriam ter o mesmo destino.
Além dos ataques físicos, a polícia encontrou um manifesto escrito pelo estudante. No documento, ele afirma que a Inteligência Artificial pode levar à extinção da humanidade e deixou mensagens diretas para Altman. O caso acendeu um alerta nas autoridades sobre criminosos que imitam outros ataques famosos na internet.
A defesa do jovem tenta aliviar a situação alegando que Moreno-Gama sofre de autismo e enfrentava uma crise severa de saúde mental no momento do ataque. Os advogados argumentam que as acusações de tentativa de homicídio são excessivas e que o caso deveria ser tratado apenas como dano ao patrimônio.
Sam Altman, o alvo do ataque, se manifestou dizendo que entende as preocupações sobre o avanço da tecnologia, mas reforçou que o debate não pode descambar para a violência. O estudante segue preso e aguarda o desenrolar do processo nos Estados Unidos.







